Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Papa critica eutanásia e diz que ‘não há direito de morrer’

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    O papa Francisco afirmou nesta quarta-feira (9) que “não há um direito de morrer” e que é preciso não confundir os cuidados paliativos dados para pessoas doentes que já não tem mais tratamentos que as salvem com uma assistência ao suicídio.

    “Precisamos estar atentos para não confundir isso [cuidados paliativos] com derivas inaceitáveis que levam à matar.

    Precisamos acompanhar a morte, mas não provocar a morte ou ajudar em qualquer forma de suicídio. Lembro que sempre deve ser privilegiado o direito ao tratamento e ao tratamento para todos, para que os mais fracos, em particular os idosos e os doentes, não sejam descartados”, afirmou aos fiéis.

    Segundo o líder católico, “a vida é um direito, mas a morte não é e ela deve ser acolhida, mas não administrada”. “E esse princípio ético atinge todos, não apenas cristãos ou pessoas que tenham crenças”, acrescentou.

    Para o Pontífice, há duas questões que “para nós cristãos permanecem de pé”, sendo que a primeira é que “não podemos evitar a morte e, propriamente por isso, após fazer tudo o que é humanamente possível para curar a pessoa doente, resulta como imoral envolver-se em uma obstinação terapêutica”.

    “A segunda consideração atinge a qualidade da morte em si, da dor, do sofrimento. De fato, precisamos ser gratos por toda a ajuda que a medicina está se esforçando em nos dar para que, através dos chamados cuidados paliativos, cada pessoa que se aproxima de viver a última parte da própria vida, possa fazê-la da maneira mais humana possível”, pontuou.

    Ainda sobre os idosos, Jorge Mario Bergoglio destacou que não é possível aceitar quem “acelera a morte” desses grupos.

    “Tantas vezes se vê, em uma parte social específica, que os idosos que não têm meios recebem menos medicamentos do que têm necessidades e isso é desumano. Forçá-los para a morte não é humano, não é cristão. Os idosos devem ser cuidados como tesouros da humanidade, são a nossa sabedoria. Por favor, não isolem os idosos, não acelerem a morte deles”, disse ainda aos fiéis. 

    Por ANSA

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