Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    “Tiraram meu bebê de mim”, lamenta mãe de ciclista atropelado na Estrutural

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    “Ele me chamava de ‘minha velhinha guerreira’, só que, agora, eu não sou mais guerreira”. É assim que Hilda Maria Santos, 58 anos, mãe do vigilante Joelson Fernandes, 38, descreve o que está sentindo após a morte brutal do filho. Ele pedalava no acostamento da Via Estrutural, quando foi atropelado por um criminoso que estava em fuga da polícia, na quinta-feira (3/2). Com o impacto, o ciclista foi arremessado a cerca de quatro metros de distância.

    Joelson era atleta de alta performance e treinava na pista, como fazia todos os dias. Emocionada e bastante abalada com a morte do filho, dona Hilda conta que ele era um ciclista de primeira linha. “Ele andava de bicicleta há 10 anos e gostava muito de competir. O negócio dele era treinar e treinar, para ganhar as competições”, destaca. Ela lembra que não importava a posição que Joelson terminava, a felicidade era sempre a mesma. “Podia ser primeiro, segundo ou terceiro lugar, ele ficava contente da vida quando chegava com o troféu.”

    “Meu filho era muito alegre, muito brincalhão, era um crianção”, destaca a mãe. “Ele me ajudava sempre. Eu tenho problemas de saúde e, quando precisava fazer exames, ele me levava. Me ajudava a comprar meu medicamento, em tudo. Às vezes, ele me falava: ‘Oh, velhinha! Não se aperte não! Dinheiro pouco nós temos muito!’ e ficava fazendo graça”, emociona-se dona Hilda, entre lágrimas.

    Joelson completaria 39 anos em 11 de fevereiro. “Uma pessoa ruim entrou no caminho do meu filho e atrapalhou o aniversário dele”, lamenta Hilda. Ela ressalta o desejo de que a justiça seja feita. “A gente não sabe explicar, é um sentimento de abandono à população. O bandido que está preso na cadeia acaba sendo solto pelas autoridades e, aí, comete mais desastres no mundo. Se não tivessem soltado esse bandido, ele não teria matado meu filho. Tiraram meu bebê de mim”, protesta.

    Ao Correio, a irmã de Joelson, Mônica Fernandes, 37, conta que ficou sabendo do acidente por meio de outras pessoas. “Eles viram no jornal e ligaram para a gente”, disse, bastante abalada. Ela frisa que o irmão era muito apegado à família. “Era um amor de pessoa, um menino excelente. Era trabalhador e cheio de planos e projetos”, enumera Mônica. Joelson trabalhava como vigilante e tinha aberto um negócio de revisão de bicicletas, há menos de uma semana.

    Joel, a mãe e as três irmãs vieram para o Distrito Federal em 1994, em busca de uma vida melhor. “Ele sempre trabalhou e ajudou em casa. Era um ótimo menino”, garante Mônica. O pai do ciclista, debilitado, não processou a morte do filho. “Minha mãe está destruída. O pai não tem muita noção das coisas”, explica Mônica.

    Por Correio Braziliense 

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