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Por que a Coreia do Norte segue testando mísseis

Por BBC

A Coreia do Norte testou um míssil balístico intercontinental (ICBM, na sigla em inglês) pela primeira vez desde 2017, informaram a Coreia do Sul e o Japão.

Autoridades japonesas disseram que o míssil percorreu 1,1 mil km e caiu em águas japonesas depois de voar por mais de uma hora.

Os ICBMs, desenvolvidos para carregar armas nucleares, poderiam fazer com que a Coreia do Norte tenha capacidade de atingir o continente dos EUA.

O teste está sendo visto como uma grande escalada por parte da Coreia do Norte e foi condenado por seus vizinhos e pelos EUA.

Os EUA e a Coreia do Sul disseram que alguns desses testes, que Pyongyang alegou serem lançamentos de satélites, eram, na verdade, testes de partes de um sistema ICBM.

O míssil de quinta-feira (24/3) parecia ser mais novo e mais poderoso do que o que a Coreia do Norte disparou há cinco anos, atingindo uma altitude de mais de 6 mil km, segundo autoridades japonesas.

Os militares da Coreia do Sul responderam com cinco testes de mísseis próprios, de terra, mar e ar.

“A porta não se fechou para a diplomacia, mas Pyongyang deve cessar imediatamente suas ações desestabilizadoras”, declarou a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki.

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