Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    PF faz operação contra ex-gestores para apurar fraudes em consórcios do Banco do Brasil

    Por

    Por Camila Bomfim, Isabela Camargo e Wellington Hanna, TV Globo

    A Polícia Federal realiza, nesta quarta-feira (6), uma operação para investigar fraudes no sistema de consórcios do Banco do Brasil. Os investigadores cumprem mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, São Paulo e no Paraná.

    TV Globo apurou que os alvos da operação são ex-gestores e funcionários do banco. Eles são suspeitos de desviarem mais de R$ 100 milhões do sistema de consórcios.

    LEIA MAIS:

    As investigações começaram depois de uma auditoria do banco, concluída em 2021. Os fiscais constataram a aprovação de duas operações de crédito disfarçadas como consórcio de veículos, mas utilizadas para outro fim. O próprio Banco do Brasil denunciou o suposto esquema à PF.

    A corporação afirma que os suspeitos são investigados pelo crime de gestão fraudulenta, que tem pena de três a doze anos de prisão, além de multa.
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