Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Presidente da Petrobras defende política de preços: “Não podemos nos desviar”

    Por CNN Brasil

    Em sua primeira conferência com investidores depois de ter anunciado o lucro de R$ 44,5 bilhões no primeiro trimestre de 2022 da Petrobras, o novo presidente da companhia, José Mauro Ferreira Coelho reiterou nesta sexta-feira (6) os compromissos da estatal com o preço de paridade internacional (PPI) dos combustíveis.

    “O que nos leva ao resultado de hoje, além da elevação do preço do barril de petróleo, é a gestão responsável. Não podemos nos desviar dos preços de mercado, uma condição necessária para a geração de riqueza, não só para a companhia, mas para toda a sociedade brasileira, para o país”, afirmou.

    Ele classificou a política de preços como “fundamental” para atrair investimentos no Brasil e também para garantir o suprimento de derivados do petróleo que o Brasil importa, caso do diesel, gasolina e GLP.

    Os comentários de Ferreira Coelho ocorreram um dia depois do presidente Jair Bolsonaro (PL) classificar o lucro da Petrobras como um “estupro”. Ele disse ainda que a estatal “não pode mais aumentar o preço dos combustíveis, isso é um crime”, e criticou os salários de executivos.

    “As pessoas da Petrobras ganham R$ 200 mil, esse povo não está preocupado com o preço dos combustíveis“.

    A PPI foi implementada em 2016, durante o governo do então presidente Michel Temer (MDB), e baseia os custos dos combustíveis nas despesas de importação, que variam com o câmbio e incluem custos de transporte tarifas portuárias.

    O presidente da estatal também afirmou que a Petrobras é “uma das empresas que mais recolhe tributos e participações governamentais, figurando como a maior contribuinte em diversos estados e municípios, retornando para a sociedade tudo aquilo que gera de valor”.

    “No 1º trimestre de 2022, foram R$ 70 bilhões [de arrecadação de impostos]. Essa arrecadação promove mais investimentos, mais desenvolvimento econômico e geração de emprego e renda para todos os brasileiros. Permite investimentos em saúde, segurança, saneamento e outras obras importantes para os brasileiros. Continuaremos trabalhando para produzir resultados ainda melhores e mais robustos”.

    Durante a conferência, Ferreira Coelho destacou ainda que sua gestão está comprometida com o Plano Estratégico da Petrobras para 2022 a 2026.

    Ele prevê 15 novas plataformas no período, 13 delas concentradas no pré-sal, campo prioritário dos investimentos. Os aportes devem, segundo o dirigente, ampliar em 500 mil barris diários a produção brasileira. A Petrobras pretende também prosseguir com a política de desinvestimento de ativos.

    “Seguiremos com o desinvestimento de ativos identificados como non-core (não estratégicos) para a empresa e objetos dos Termos de Compromisso de Cessação (TCCs) assinados com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), em refino em infraestruturas de gás natural. Ressalto aqui que não estamos saindo do refino. Estamos simplesmente fazendo um ajuste de portfólio, ficando com aquelas plantas que, segundo nossas estratégias, são mais propícias”, disse.

    A previsão da empresa é investir, nos próximos cinco anos, R$ 7 bilhões em refino, com ênfase no aumento da segurança e da eficiência energética.

    O plano é substituir até 2026 todo diesel S-500, de uso rodoviário, por S-10, com menor emissão de carbono. O dirigente aponta ainda os rumos da estratégia de investimentos e de desinvestimentos.

    “Continuaremos adequando nosso portfólio para investir em ativos em que temos claras vantagens competitivas. Continuaremos a desinvestir em ativos menores aderentes à estratégia ou que gerem menor retorno financeiro. É algo natural em uma empresa do porte da Petrobras. Além de gerar caixa, permite que outras empresas gerem esses recursos, fortalece a economia”, avalia.

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