Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Taxa de desemprego fica estável, mas renda continua em queda

    Por correio braziliense

    A taxa de desocupação ficou em 11,1% no trimestre encerrado em março e foi a menor para o período desde 2016, mostrado estabilidade no desemprego no Brasil. O número de pessoas em busca de uma vaga, no entanto, permanece elevado: 11,9 milhões. Além disso, o número de trabalhadores na informalidade permanece acima dos 40% e a renda disponível está quase 9% abaixo do verificado um ano atrás.

    Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No trimestre imediatamente anterior (outubro a dezembro de 2021), havia 12 milhões de pessoas desempregadas, segundo o IBGE. Em relação ao mesmo trimestre de 2021, quando 15,3 milhões de pessoas não tinham emprego, houve recuo de 21,7%.

    A taxa de informalidade foi de 40,1% da população ocupada, ou 38,2 milhões de trabalhadores informais. No trimestre de outubro a dezembro, a taxa havia sido de 40,7% e, no mesmo trimestre de 2021, de 39,1%.

    O rendimento real habitual dos trabalhadores foi de R$ 2.548. O valor aumentou 1,5% em relação ao trimestre anterior, mas recuou 8,7% em comparação a igual trimestre de 2021. A massa de rendimento real habitual somou R$ 237,7 bilhões e não teve variação estatisticamente significativa nas duas comparações.

    De acordo com a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, a estabilidade da taxa de desocupação é explicada pelo fato de não ter havido crescimento na busca por trabalho no trimestre, movimento contrário aos meses anteriores, quando a procura por emprego aumentou.

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