Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Papa critica “crueldade” russa na Ucrânia e diz que invasão viola direitos

    Por CNN Brasil

    Papa Francisco fez uma nova série de críticas à Rússia pelas ações do país na Ucrânia, dizendo que suas tropas foram brutais, cruéis e ferozes e que a invasão violou o direito de um país à autodeterminação.

    No texto de uma conversa que teve no mês passado com editores da mídia jesuíta e publicada na terça-feira, ele elogiou os “corajosos” ucranianos por lutarem pela sobrevivência, mas também disse que a situação não era do tipo preto ou branco e que a guerra era “talvez de alguma forma provocada”.

    Embora tenha condenado “a ferocidade, a crueldade das tropas russas, não devemos esquecer os problemas reais se queremos que eles sejam resolvidos”, disse Francisco, incluindo o setor de armamentos entre os fatores que incentivam a guerra.

    “Também é verdade que os russos pensaram que tudo terminaria em uma semana. Mas eles calcularam mal. Encontraram um povo corajoso, um povo que luta para sobreviver e que tem um histórico de luta”, disse ele na transcrição da conversa, publicada pela revista jesuíta Civilta Cattolica.

    “Isso é o que nos move: ver tamanho heroísmo. Eu realmente gostaria de enfatizar este ponto, o heroísmo do povo ucraniano. O que está diante de nossos olhos é uma situação de guerra mundial, interesses globais, venda de armas e apropriação geopolítica, que é martirizar um povo heróico”, afirmou.

    Separadamente, em uma mensagem para o próximo Dia Mundial dos Pobres da Igreja Católica Romana, Francisco lamentou que a Ucrânia tenha sido adicionada a uma lista de guerras regionais.

    “Aqui, porém, a situação é ainda mais complexa devido à intervenção direta de uma ‘superpotência’ que visa impor sua própria vontade, violando o princípio da autodeterminação dos povos”, disse.

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