Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Pedro Guimarães foi denunciado por assédio após seis meses no cargo

    Por Metrópoles

    A primeira denúncia interna de assédio contra o ex-presidente da Caixa Econômica Federal Pedro Guimarães (foto em destaque) foi recebida em julho de 2019, seis meses após ele tomar posse. Depois disso, outras 13 denúncias chegaram aos canais internos do órgão – seis delas, antes de Guimarães ser exonerado.

    As informações foram reveladas pelo jornal Folha de S. Paulo e confirmadas pelo Metrópoles. Guimarães deixou a presidência do banco há um mês, após o jornalista Rodrigo Rangel, do Metrópoles, noticiar as denúncias de assédio sexual e moral.

    Na última terça-feira (26/7), o Ministério Público do Trabalho (MPT) transformou em inquérito civil a investigação preliminar aberta contra o ex-presidente da Caixa. No despacho, o procurador Paulo Neto considerou que a denúncia, em um primeiro momento, “configura infringência à ordem jurídico-trabalhista e aos direitos coletivos dos trabalhadores”.

    O MPT também concedeu 10 dias para a Caixa Econômica Federal juntar ao inquérito cópia integral dos procedimentos administrativos decorrentes do recebimento de 14 denúncias contra Pedro Guimarães, apresentadas no canal interno da instituição, entre 2019 e 2022.

    Um grupo de funcionárias decidiu romper o silêncio e relatar as situações pelas quais passaram. Todas trabalharam ou atuaram em equipes que serviam diretamente ao gabinete do ex-presidente da Caixa Econômica.

    As mulheres denunciam toques íntimos não autorizados, abordagens inadequadas e convites heterodoxos, que partiram do então presidente do maior banco público brasileiro em interação com as funcionárias sob seu comando.

    A iniciativa dessas mulheres levou à abertura de investigações que estão em andamento, sob sigilo, no Ministério Público Federal (MPF) e no MPT. Após repercussão do caso, o Tribunal de Contas da União (TCU) também abriu processo para apurar as denúncias.

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