Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Policial disse “Aqui é Bolsonaro” antes de atirar, confirma vigilante

    Por Metrópoles

    Uma vigilante que estava no clube onde o tesoureiro do PT e guarda Municipal Marcelo Arruda foi morto, no dia 9 de julho, em Foz do Iguaçu (PR), confirmou em depoimento que ouviu a frase “Aqui é Bolsonaro, porra!” vinda do policial penal federal Jorge José da Rocha Guaranho, acusado de assassinar Arruda. Ele teria proferido as palavras antes de atirar contra Marcelo.

    “Eu só ouvi ele nitidamente falando: ‘Aqui é Bolsonaro, porra!’. Aí, dentro de dois minutos, começou o tiroteio’, afirma Daniele Lima dos Santos, que estava de plantão na entrada da Associação Recreativa Esportiva Segurança Física Itaipu (Aresfi), onde Marcelo comemorava o aniversário de 50 anos.

    Segundo vídeo divulgado pelo site Uol, a vigilante conta que Guaranho estave no local duas vezes antes do tiroteio. Na primeira, ele saiu de lá cantando pneu. Depois, Daniele diz que o policial penal veio para cima da moto onde ela estava. Ela teve que jogar a moto para o lado: “Ou eu jogava a moto ou ele passava por cima”.

    A vigilante chegou a mandar uma mensagem de áudio para o chefe dela contando o episódio. Segundo a moça, por outro lado, também não havia música vindo do carro. “Senão, eu não tinha ouvido ele falando ‘Bolsonaro’”. Daniele também contou sobre o comportamento da esposa de Guaranho, ainda na primeira vez que ele esteve no clube: “Parecia que ela estava assustada”, disse.

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