Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Rússia ataca Leste e Sul da Ucrânia

    Por Agência Brasil

    Forças russas bombardearam o Leste e o Sul da Ucrânia nesta quarta-feira (20), depois que Washington disse ter visto sinais de que Moscou estava se preparando para anexar formalmente o território que ocupa durante quase cinco meses de guerra.

    Enquanto isso, a incerteza pairava sobre a retomada, planejada para quinta-feira (21), de um enorme gasoduto russo para a Europa, depois que o presidente russo, Vladimir Putin, alertou que sua capacidade poderia ser reduzida ainda mais, devido ao lento progresso na manutenção de equipamentos.

    Temendo que a Rússia possa interromper as entregas, a União Europeia estabelecerá planos de emergência para reduzir a demanda de gás dentro de meses.

    Militares e políticos da Ucrânia relataram bombardeios russos pesados ​​e às vezes fatais em meio ao que eles disseram ter sido tentativas, em grande parte malsucedidas, das forças terrestres russas de avançar.

    A inteligência militar britânica disse que a ofensiva da Rússia na região de Donbas, no Leste, continuou a obter ganhos mínimos enquanto as forças ucranianas – apoiadas pelo Reino Unido – se mantiveram firmes. Mais de duas semanas se passaram desde o último grande avanço territorial da Rússia, a cidade de Lysychansk.

    O Kremlin disse que não há previsão de prazo para que a chamada “operação militar especial” garanta sua própria segurança, diante da expansão da aliança militar ocidental Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e que fará o que for preciso para alcançar seus objetivos.

    A Ucrânia e o Ocidente condenam o conflito como uma guerra não provocada de agressão da Rússia contra sua vizinha.

    Cinco civis foram mortos e 16 ficaram feridos em bombardeios russos na região de Donetsk, e dois civis foram mortos em bombardeios na cidade de Nikopol, no Sul, disseram os governadores dessas regiões no Telegram.

    Roman Starovoit, governador da região russa de Kursk, que faz fronteira com a Ucrânia, escreveu no Telegram que as forças ucranianas bombardearam uma passagem de fronteira.

    De acordo com a agência de notícias russa Tass, o prefeito de Horlivka, cidade na autoproclamada República Popular de Donetsk, apoiada pela Rússia, disse que uma pessoa foi morta e três ficaram feridas, incluindo uma criança, pelo bombardeio ucraniano.

    A Reuters não pôde verificar imediatamente os relatos ucranianos e russos.

    O ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, inspecionou as tropas que lutam na Ucrânia, informou seu ministério nesta quarta-feira. A pasta acrescentou que ele ordenou ações reforçadas para derrubar drones ucranianos que operam em regiões de fronteira e impedir que a Ucrânia bombardeie áreas das quais perdeu o controle.

    Citando a inteligência dos EUA, o porta-voz de segurança nacional da Casa Branca, John Kirby, acusou a Rússia de se preparar para anexar o território ucraniano, afirmação que a embaixada russa em Washington rechaça.

    Sair da versão mobile