Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Acre é 7º estado com maior número de mortes de crianças indígenas; foram 37 em 2021

    Por Alcinete Gadelha, g1 AC — Rio Branco

    O Acre foi o sétimo estado do país com o maior número de mortes de crianças indígenas em 2021, de acordo com o Relatório Violência Contra os Povos Indígenas do Brasil, elaborado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), divulgado na semana passada.

    Conforme o levantamento, 37 crianças indígenas, de 0 a 5 anos, morreram no ano passado no estado. O estado ficou atrás apenas do Amazonas (178), Roraima (149), Mato Grosso (106), Maranhão (50), Mato Grosso do Sul (44), e Pará (65). Em todo Brasil, morreram 744 crianças nesta faixa etária.

    Os dados, de acordo com o Cimi, foram repassados pela Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), e mostra que do total de mortes no estado, a maioria foi do sexo masculino, com 21 e outras 16 do sexo feminino.

    O relatório pontua que as mortes são por causas evitáveis, como anemia da prematuridade, desnutrição, entre outros.

    Mortes por desassistência

    Ainda conforme o levantamento, o estado acreano registrou duas mortes de indígenas por desassistência do poder público.

    Ao todo, o Cimi registrou no ano base do estudo 39 mortes por desassistência à saúde em todo o país. Um total de 13 estados do país registram óbitos nesse sentido, sendo que os campeões foram Romaima (8) e Amazonas (5).

    Logo depois vêm os estados do Maranhão, Pará, Rio Grande do Sul, Rondônia e Tocantins empatados com o número total de três mortes. Já o Acre surge, assim como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí com duas mortes cada um. Já Santa Catarina teve apenas um óbito.

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