Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Edvaldo Magalhães defende que folga na LRF deve ser usada para convocar novos servidores para a Saúde e Educação e abrir novos concursos

    Por José Pinheiro

    O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) voltou a defender que a folga fiscal obtida junto à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) pelo Estado deve ser utilizada para a contratação de servidores da Saúde e da Educação, por exemplo, e não para aumentar o número de comissionados, com uma nova reforma administrativa.

    Em discurso nesta quarta-feira (8), o parlamentar afirmou que apresentou um requerimento pedindo à Secretaria de Estado de Administração para que informe à Assembleia o quantitativo de contratos provisórios firmados pela Saúde nos últimos 8 anos, por área. Para Edvaldo Magalhães, não restam dúvidas que as vagas permanentes existem.

    “Eu, ontem, protocolei um requerimento de informação para que a Secretaria de Administração enviasse para esta Casa quantos contratos provisórios nas diversas categorias da Saúde tem nestes últimos 8 anos para comprovar de que tem vaga, e tem vaga para chamar todos os aprovados no concurso e no cadastro de reserva do concurso. Tem vaga. E mais, tem vaga para abrir um novo concurso para a Saúde”, disse o parlamentar.

    Sobre a Educação, Edvaldo Magalhães pontuou que nos últimos 10 anos a média anual de contratos provisórios é de 6 mil. Isso poderia ser superado com a abertura de concursos ou a convocação dos cadastros de reserva. “A mesma coisa com a Educação. Nos últimos 10 anos para vocês terem uma ideia, a média de contrato provisório na Educação sabe quanto são? Mais de 6 mil por ano, média. O provisório é para atender programas sazonais. Sempre vai ter provisório, é bom que tenha porque são programas que tem começo, meio e fim e não podem ter vagas definitivas. Você preencher por 10 anos, portanto a vaga já não é mais provisória, ela já é permanente. Segundo, esses contratos todos deixam de contribuir para o Fundo Previdenciário. Vão lá para o INSS e o déficit só aumenta. O governo perde duas vezes”.

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