Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    JBS vê maior crescimento na demanda chinesa por carne bovina

    Por Reuters/ Globo Rural

    A China vai continuar aumentando a demanda por proteínas de origem animal, notadamente de carne bovina, uma vez que o consumo per capita do chinês para cortes bovinos é relativamente baixo e há novos hábitos alimentares adquiridos com a pandemia, disse nesta quarta-feira o CEO da JBS, Gilberto Tomazoni, durante o XP Agro Conference.

    Segundo ele, o Brasil e os Estados Unidos – onde a JBS tem boa parte de suas operações – estão bem posicionados para atender o crescimento desse consumo. “É estrutural o crescimento da demanda por carne bovina na Ásia como um todo, principalmente na China…”, afirmou o presidente da maior produtora global de carnes.

    Ele disse ainda que os chineses são competitivos na produção de frangos e suínos, já que essas criações têm ciclos menores, enquanto no caso dos bovinos há necessidade de mais área e o ciclo produtivo é mais longo. “Urbanização, melhora de renda, isso eleva o consumo, mudanças de hábitos com a pandemia, isso leva a aumento de consumo de carne bovina”, explicou a jornalistas

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