Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Pazuello diz que avisou comando do Exército sobre ato com Bolsonaro e que foi surpreendido pelo então presidente

    Por Marcelo Parreira, TV Globo — Brasília

    O ex-ministro da Saúde e atualmente deputado federal Eduardo Pazuello (PL-RJ) disse à Justiça Militar que avisou o comando do Exército de que participaria de ato com o então presidente Jair Bolsonaro, no Rio de Janeiro, em 2021. Pazuello afirmou ainda que foi “surpreendido” por convite de Bolsonaro para discursar.

    No processo, o então comandante, Paulo Sérgio Nogueira, confirmou que foi avisado por Pazuello na véspera. Mas não diz o que respondeu ao ex-ministro.

    Após o ato e após o ex-ministro apresentar suas justificativas, Nogueira registrou que não viu caráter político no evento.

    O processo foi aberto para investigar se Pazuello, então general da ativa, violou as regras do Exército, que não permitem participação de militar em evento político. O processo foi arquivado, e Pazuello não foi punido.

    O processo havia sido colocado, na gestão Bolsonaro, sob sigilo de 100 anos. Agora, no governo Lula, a Controladoria-Geral da União (CGU) está derrubando sigilos impostos pela administração anterior e obrigando os órgãos públicos a prestar as informações à sociedade. É o caso do processo de Pazuello.

    À Justiça Militar, Pazuello disse “que informou ao comandante do Exército, por telefone, no sábado, que iria ao passeio de moto no domingo, a convite do presidente”.

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