Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Alckmin diz que “passou da hora” de o Banco Central reduzir a Selic

    Por Mayara da Paz, Metrópoles

    O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, disse, nesta segunda-feira (3/4), que “passou da hora” de o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, reduzir a taxa de juros, a Selic, atualmente em 13,75%.

    “Eu acho que passou da hora [de reduzir a taxa]. Não tem razão para nós termos a maior taxa de juros do mundo. Aliás, é difícil de entender. Em 2020, a taxa de juros era de 2%. Hoje, está em 13,75%. Não tem justificativa, e esse é um fator importante, porque câmbio, juros e imposto são decisivos para a atividade econômica”, afirmou a jornalistas, durante agenda em Brasília.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem criticado o Banco Central e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, pelo percentual da taxa de juros.

    Mesmo após a insatisfação demonstrada pela cúpula do governo, o Copom manteve a Selic em 13,75% ao ano. Segundo o colegiado, a decisão levou em conta o cenário internacional “adverso e volátil”, além da alta dos juros nos Estados Unidos.

    O mercado financeiro acredita na queda da taxa básica de juros no Brasil somente a partir de julho. Se confirmada, a redução ocorrerá com maior ênfase em agosto e setembro, com corte de cerca de 0,15 ponto percentual.

    Segundo executivos, outro ponto com chance de antecipar a diminuição dos juros é a proposta do novo arcabouço fiscal, apresentada pela equipe econômica na última semana. Para Alckmin, a regra fiscal apresenta “todos os argumentos” para que ocorra “uma curva de redução da taxa de juros”.

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