Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Congresso tem sessão nesta quarta e deve criar a CPI para investigar os atos golpistas de 8 de janeiro

Por G1

Leitura do requerimento deve ser feita pelo presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Criação da CPI ganhou força depois da divulgação de imagens do circuito interno do Palácio do Planalto no dia da invasão.

O presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), deve ler nesta quarta-feira (26) o requerimento de criação da comissão parlamentar mista de inquérito que vai investigar os atos golpistas de 8 de janeiro.

Está marcada uma sessão conjunta do Congresso, com deputado e senadores, para o início da tarde. Com a leitura do requerimento, a CPI é oficialmente criada.

A etapa seguinte, que não precisa ser cumprida nesta quarta, é os partidos indicarem membros para a comissão.

Até o fim da noite de terça (25), 239 dos 513 deputados haviam assinado o requerimento. O mínimo para a criação são 171.

No Senado, foram 38 assinaturas. O mínimo são 27.

Nenhum parlamentar do PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assinou o requerimento.

Postura dos governistas

Antes contrários à criação de uma CPI para investigar os ataques golpistas às sedes dos três poderes em Brasília, agora os governistas dizem ser favoráveis à instalação do colegiado.

A mudança de postura ocorreu depois que aliados do governo perceberam que não conseguiriam evitar a instalação da CPI.

O movimento se tornou inevitável após a divulgação de imagens da invasão ao Palácio do Planalto, que resultou na demissão do general Gonçalves Dias do cargo de ministro do Gabinete de Segurança Institucional. As imagens do circuito interno mostraram agentes do GSI conversando com os invasores, em vez de prendê-los.

Composição

A CPI será formada por 16 senadores e 16 deputados.

Há uma previsão para que a CPI seja instalada na própria quarta-feira. A instalação é quando os partidos designam os integrantes, e o presidente e o relator da CPI são eleitos.

Veja a divisão por blocos:

  • Na Câmara

5 deputados serão indicados pelo maior bloco da Câmara, formado por União Brasil, PP, PSDB, Cidadania, PDT, PSB, Avante, Solidariedade e Patriota e comandado pelo presidente da casa, Arthur Lira (PP-AL).

4 deputados serão indicados pelo segundo maior bloco, formado por MDB, PSD, Republicanos, Podemos e PSC.

3 deputados serão do PL, partido de oposição.

2 deputados terá a federação liderada pelo PT, com o PCdoB e o PV.

A federação PSOL e Rede terá 1 deputado.

A vaga restante vai para a maior bancada entre as que não conseguiram ter deputados suficientes para ter direito a vagas.

  • No Senado

6 senadores para o bloco formado por MDB, União Brasil, PDT, Rede, PSDB e Podemos.

5 senadores para o bloco formado por PT, PSD e PSB.

2 senadores serão indicado pelo bloco formado por PL e Novo .

2 senadores para o bloco formado por PP e Republicanos.

A vaga restante obedece o mesmo critério que na Câmara.

Governo deve ter o presidente

Com o apoio dos maiores blocos na Câmara e no Senado, o governo poderá eleger o presidente da CPI que, depois, em um acordo, indicaria um relator.

Cabe ao presidente convocar e conduzir as sessões. O relator define a linha de investigação e o momento de ouvir os depoimentos. A oposição disse que vai lutar contra a estratégia do governo.

Adiamento da leitura

Na semana passada o presidente do Senado adiou a sessão do Congresso que tinha como pauta a leitura do requerimento de criação da CPI mista.

A decisão do adiamento foi tomada durante reunião de líderes partidários e atendia a um pedido de parlamentares aliados ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O petista era contrário à criação de um colegiado para apurar os atos golpistas, por considerar que o governo tinha os instrumentos necessários para investigar os crimes.

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