Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Paris proíbe patinetes elétricos com 89% de votos em referendo, mas há contestação por baixa participação de votantes

    Por RFI

    Os patinetes elétricos de aluguel vão desaparecer das ruas de Paris em 1° de setembro, depois que 89,03% de participantes votaram contra a continuidade desse serviço nas ruas da capital, de acordo com o resultado do plebiscito organizado neste domingo (2) pela prefeitura de Paris. A prefeita socialista Anne Hidalgo confirmou que irá respeitar o resultado das urnas, mas a imprensa mostra, nesta segunda-feira (3), que essa decisão frustra muita gente.

    O plebiscito era aberto a todos os eleitores da capital, mas apenas 103 mil pessoas votaram, o que representa uma participação de 7,46% dos cidadãos aptos a opinar. As críticas vão muito além da baixa participação. Os operadores de patinetes de aluguel pediram em vão que a prefeitura organizasse uma votação eletrônica, destaca a AFP, a fim de facilitar a participação dos jovens, os principais usuários desse meio de transporte e de lazer. A administração municipal optou, no entanto, pelo voto presencial e concentrou a votação em 203 seções eleitorais, contra as 900 utilizadas numa eleição tradicional.

    Segundo o jornal “Le Parisien”, esta decisão causa “comoção” entre os 800 assalariados das três operadoras de micromobilidade (Lime, Dott e Tier) que oferecem este serviço na região parisiense. A substituição dos patinetes por bicicletas elétricas não oferece a mesma rentabilidade e é mais complexa na logística das peças de reposição. 

    A rádio BFM nota que 400 mil clientes serão penalizados com o fim do serviço dos patinetes. O uso privado continuará sendo possível, mas nem todos os usuários dispõem de € 300 ou € 400 para comprar seu próprio equipamento. O desaparecimento do serviço criará, então, um problema adicional de desigualdade entre os franceses, destaca a BFM. Exceção na Europa

    “Le Monde” afirma que Paris se tornará a única capital europeia a proibir os patinetes elétricos de aluguel, um meio de mobilidade relativamente ecológico. O jornal explica que a prefeita Anne Hidalgo e seu adjunto de Transportes defenderam o fim dos patinetes pelo elevado número de acidentes nas ruas – 408 acidentes em 2022 – e o perigo que passaram a representar para pedestres e usuários. 

    As incivilidades se tornaram frequentes: usuários na contramão sem respeitar as regras de trânsito, patinetes abandonados nas calçadas, centenas de quedas e atropelamentos por ano. Esses problemas são reais, mas o que irrita milhares de parisienses é a incapacidade de a prefeitura realizar campanhas de educação e prevenção dessas incivilidades, partindo diretamente para a proposta de proibição. Muitos usuários que utilizam os patinetes corretamente reclamam da falta de agentes para multar os infratores e a exigência de uso de capacetes, por exemplo, que já poderia diminuir os riscos.  

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