Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    MPF vai à Justiça para garantir água potável para 20 aldeias indígenas no interior do Acre

    Por Leônidas Badaró, Ac24horas.com

    O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública contra a União, com pedido liminar, para garantir o acesso à água potável para moradores de cerca de 20 aldeias, onde residem sete povos indígenas na região do rio Envira, interior do Acre.

    O procurador da República responsável pela ação, Lucas Costa Almeida Dias, explica que o relatório ‘Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil’, elaborado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) com dados de 2021, relata falta de água potável e de saneamento básico nas aldeias das populações indígenas que residem ao longo do rio Envira, em Feijó, a cerca de 360 quilômetros da capital Rio Branco.

    Questionados pelo MPF antes do ajuizamento da ação, o Departamento Sanitário Especial Alto Rio Juruá (Dsei/ARJ) da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o Serviço de Água e Esgoto do Acre (Saneacre) não deram perspectiva de ação por iniciativa própria que trouxesse solução para a falta de água para essas comunidades.

    Lucas Dias destaca que desde o início de 2019 estava prevista a construção e/ou manutenção de poços artesianos por parte da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), mas nada foi feito até o momento, e as comunidades continuam utilizando água de rio, igarapés e fontes naturais sem qualquer tratamento para todas as suas atividades.

    “A falta de água devidamente tratadas traz vários prejuízos, pois a comunidade adota o racionamento de água e limita suas atividades diárias e laborativas, além da exposição diária a doenças transmissíveis, o que também afeta a subsistência e saúde daqueles que vivem nas terras indígenas”, afirma o procurador.

    Sistema de abastecimento e indenização – O MPF pede na ação que a Justiça determine, em caráter liminar, que a União elabore os projetos técnicos de Sistema de Abastecimento de Água (SAA) a serem implantados nas aldeias da Terras Indígenas Jaminawa, Kulina do Rio Envira; Kampas Isolados; Igarapé do Pau; Kaxinawá de Nova Olinda; Isolados e Katukina Kaxinawá, com apresentação de cronograma de realização de obras.

    O pedido do MPF especifica que as obras devem incluir sistema completo de captação, tratamento, armazenamento e distribuição de água potável, adequada ao consumo humano, para assegurar o fornecimento contínuo de água a todas as famílias residentes na área, com conclusão das obras no prazo máximo de seis meses.

    Na ação, o MPF pede que sejam ouvidas as lideranças das aldeias Alto Bonito, Baixo Amazonas, Bananeira, Coqueiro, Jaminawa, Limoeiro, Maranowa, Nova Floresta, Riozinho (Remanso do Limão), Salão, Santarém, Sete Voltas, Simpatia, Terra Nova, Formoso/Porto Alegre, Nova Esperança, Paroá No Natal, São Francisco, Coração da Floresta e 2 Irmãos, e sejam realizadas inspeções judiciais nas aldeias.

    Além das providências para sanar o problema da falta de água, o MPF também pede que a União seja condenada ao pagamento de indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 500 mil aos indígenas residentes nas Terras Indígenas Jaminawa, Kulina do Rio Envira; Kampas Isolados; Igarapé do Pau; Kaxinawá de Nova Olinda; Isolados e Katukina Kaxinawá.

    Com informações da assessoria do MPF no Acre.

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