Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Zezynho Barbary e Socorro Neri ficam a favor dos povos indígenas e votam contra o Marco Temporal 

    Por Leandro Matthaus, do Portal Estado do Acre

    Os deputados federias Zezynho Barbary e Socorro Neri, ambos do progressistas, foram os únicos representantes do Acre na Câmara Federal  a votarem contra a aprovação do PL490, conhecido  como Marco Temporal. O PL aprovado por 283 votos, na prática dificulta demarcações e abre brecha para expulsões em algumas áreas. Além da discussão no Congresso, o marco temporal para demarcação das terras indígenas também está em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

    Roberto Duarte, Cel. Ulysses, Antônia Lúcia, Meire Serafim, Gerlen Diniz e Eduardo Veloso votaram favoráveis  ao PL490, Marco Temporal, projeto que define a demarcação apenas de terras que já eram ocupadas por povos indígenas até a promulgação da Constituição Federal de 1988. Ao votar a favor do PL, os cinco acreanos se colocam contra a demarcação de terras ao povos originários, que antes mesmo dos portugueses já habitam esse chão. 

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