Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Brics avançam na procura de alternativas para o dólar

    Por CNN Brasil

    Os líderes dos Brics devem avançar nas discussões sobre o uso de moedas alternativas ao dólar durante a cúpula do bloco em Joanesburgo, na África do Sul, na semana que vem.

    Uma das ideias é que os países passem a usar suas próprias moedas locais para as transações comerciais intra-bloco.

    Em princípio, os cinco integrantes do grupo querem diminuir a dependência da moeda americana para negociações internacionais.

    Além disso, a China tem interesse específico em fortalecer a sua moeda, o yuan, dentro de sua disputa geopolítica com os Estados Unidos.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que representará o Brasil no encontro entre os dias 22 e 24 de agosto, já chegou inclusive a defender a criação de uma moeda comum entre os países do bloco.

    “Por que não podemos fazer nosso comércio lastreado na nossa moeda? Por que não temos o compromisso de inovar? Quem é que decidiu que era o dólar a moeda, depois que desapareceu o ouro como paridade?”, questionou Lula, durante uma viagem de Estado à China em abril deste ano.

    Lula reconheceu, no entanto, que o processo é complicado.

    “É necessário ter paciência. Mas por que um banco como o dos Brics não pode ter uma moeda que possa financiar a relação comercial entre Brasil e China, e entre os outros países dos Brics? É difícil, porque tem gente mal acostumada, e todo mundo depende de uma única moeda”, afirmou.

    Um importante diplomata brasileiro disse à CNN que é possível haver avanços e importantes anúncios sobre essa questão durante a cúpula.

    Mas ele afirma que esse seria uma espécie de “pontapé inicial”, já que a completa implantação de uma unidade de referência comum para o comércio dos Brics dependeria de complicadas análises técnicas.

    A Rússia também tem grande interesse em encontrar alternativas ao dólar para transações financeiras e comerciais, especialmente depois das duras sanções impostas pelo ocidente por conta da guerra da Ucrânia.

    Jim O’Neill, o ex-economista chefe do banco Goldman Sachs que cunhou originalmente a sigla Bric com a junção dos nomes do Brasil, Rússia, Índia e China, no entanto, não acredita na possibilidade de criação de uma moeda comum pelo bloco.

    Em recente entrevista ao jornal britânico Financial Times, O’Neill disse que a ideia era quase “ridícula”.

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