Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Comerciantes paulistanos têm sofrido as consequências do deslocamento de dependentes químicos por ruas do Centro

    Por G1

    Faz 30 anos que a Cracolândia desafia as autoridades. Nesse tempo, foram criados vários programas para encontrar uma solução para um problema social, de saúde e de segurança pública. Agora, com a migração dos usuários, o problema também passou a ser econômico.

    Comerciantes de São Paulo têm sofrido as consequências do deslocamento de dependentes químicos por ruas do Centro.

    Encontrar lojas vazias, para alugar na rua que é um dos endereços mais conhecidos para quem quer comprar eletrônicos em São Paulo é um sinal que preocupa o comerciante. Alexandre Athaíde não sabe até quando vai aguentar manter a loja dele aberta.

    “A gente fazia de 30 a 50 vendas por dia. Hoje, eu não abri o caixa. Eu estou aqui com a loja aberta, atendendo aos clientes por telefone, mas balcão mesmo não teve”, lamenta.

    A Cracolândia, que reúne centenas de usuários de drogas e traficantes, deixou a Praça Princesa Isabel, na região central, há cerca de um ano, e foi trocando de endereço. Faz 30 anos que a Cracolândia desafia as autoridades paulistas. Nesse tempo todo, foram criados vários programas com nomes diferentes e um mesmo objetivo: encontrar uma solução para um problema social, de saúde e de segurança pública. Agora, com a migração dos usuários por outras ruas do Centro, o problema também passou a ser econômico.

    O conserto do portão tem que acabar até anoitecer. Ele foi quebrado na noite de terça-feira (15) durante mais uma operação da polícia. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, três traficantes foram presos. Houve correria. Dezenas de usuários invadiram o estacionamento do Rossano Iaconelli. Por mês, ele paga R$ 329 mil de IPTU e, desde que a Cracolândia se mudou para a vizinhança, o movimento despencou.

    “Nosso faturamento tem caído mês a mês. Estamos batendo uma queda de 60% no faturamento”, conta o comerciante Rossano Iaconelli.

    A Câmara dos Vereadores aprovou nesta quarta-feira (16), em primeiro turno, um projeto da Prefeitura de São Paulo de isenção de IPTU para comerciantes e moradores. A isenção é para 947 imóveis em seis trechos. Mas a Cracolândia não tem ponto fixo.

    “O que a gente fez foi mandar o projeto com 947 imóveis com um parâmetro. Determinamos quais são aqueles locais onde têm concentração de pessoas e agora está na Câmara Municipal. Terão as audiências públicas, pode receber sugestões, o governo está aberto para receber alguma alteração do projeto de lei. Não é uma questão fechada”, afirma o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, do MDB.

    A isenção no IPTU é bem-vinda de forma emergencial. Mas os comerciantes afirmam que preferem pagar o imposto, desde que possam trabalhar.

    “Não vejo operação efetiva para resolver o problema. Um dia está em um lugar, outro dia está em outro, e sempre está dentro do comércio. Pode tirar o IPTU, se continuar o comercio ruim, o aluguel de quem está pagando aluguel não vai poder pagar também”, diz Joseph Riachi, comerciante e presidente da União Comercial de SP.

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