Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Fitch rebaixa nota de crédito dos EUA e derruba bolsas pelo mundo

    Por Fábio Matos, Metrópoles

    A Fitch Ratings, uma das maiores agências de classificação de risco do mundo, rebaixou, na terça-feira (1º/8), a nota de crédito de longo prazo em moeda estrangeira dos Estados Unidos, de “AAA” para “AA+”, com perspectiva estável.

    De acordo com a agência, é esperada uma deterioração fiscal na maior economia do mundo nos próximos três anos, além do aumento contínuo da dívida do governo.

    “Na visão da Fitch, houve uma deterioração constante nos padrões de governança nos últimos 20 anos, inclusive em questões fiscais e de dívida, apesar do acordo bipartidário de junho para suspender o limite da dívida até janeiro de 2025”, afirmou a Fitch em seu comunicado.

    “Esses fatores, juntamente com diversos choques econômicos, bem como cortes de impostos e novas iniciativas de gastos, contribuíram para aumentos sucessivos na dívida durante a última década”, prossegue a agência.

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