Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    “Magnata do café”: como golpista tomou dinheiro de juízes e promotores

    Por Luiz Vassallo, Fabio Leite, Metrópoles

    Assessoria no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), festa em mansão no Lago Sul, em Brasília, com advogada do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), uso de carrão em nome de empresário bolsonarista e longas estadias em um hotel vizinho do Palácio do Alvorada.

    A vida de luxo foi também cenário para o personagem criado por Rodrigo Bonametti de Miranda, o homem que se passou por “magnata do café”, para enganar juízes, promotores e desembargadores, com o objetivo de lhes arrancar dinheiro. Ele foi preso no dia 27 de julho, na capital paulista.

    Documentos obtidos com exclusividade pelo Metrópoles mostram como magistrados e membros do Ministério Público paulista (MPSP) confiaram na promessa de até 100% de lucro, em negócios que não existiam nem mesmo no papel.

    Advogado, Bonametti era, até poucos anos atrás, assessor de desembargador do TJSP, onde fez algumas amizades. Uma delas foi com o juiz Rodrigo Capez, irmão do ex-deputado Fernando Capez e assessor do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por quase uma década.

    Amigos desde 2015, Bonametti convenceu Capez a comprar cotas de produção de café em Piraju, no interior de São Paulo, onde, segundo ele, nunca havia geada e nada se perdia em nenhuma estação do ano. Com algum atraso, o investimento de R$ 44 mil do magistrado transubstanciou-se em R$ 77 mil. Um lucro de R$ 33 mil.

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    https://www.metropoles.com/sao-paulo/magnata-do-cafe-como-golpista-tomou-dinheiro-de-juizes-e-promotores

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