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Home»Manchete»Associação de delegados nega omissão em suposto estupro cometido por psicólogo no Acre
Manchete

Associação de delegados nega omissão em suposto estupro cometido por psicólogo no Acre

Por Leandro Matthaus12 de setembro de 2023Atualizado:12 de setembro de 20233 Mins Read
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A Associação dos Delegados de Polícia do Estado do Acre (ADEPOL) repudiou nessa segunda-feira,11, as acusações de omissão por parte da Polícia Civil de Feijó no caso em que uma mulher acusa um psicólogo de estupro, fato que teria ocorrido no último dia 9 de agosto. Os nomes de vítima e do suposto estuprador não foram divulgados.

Por meio de uma nota de repúdio, a entidade critica a fala do vereador de Feijó, Thiago Aguiar da Silva, que afirmou nas redes sociais que a Polícia Civil não investigou o suposto crime de estupro denunciado pela vítima, e que só teria agido após determinação do Poder Judiciário.

“A vítima já tinha feito o B.O na Delegacia e não tinha sido feito nada. Só foi feito porque teve uma audiência pública e a vítima denunciou e a juíza estava lá”, disse o vereador.

A Associação dos Delegados diz que a autoridade policial respeita fielmente o prazo legal e os demais ditames legais.

“Segundo informações da Autoridade Policial que preside as investigações, Dr. José Ronério da Silva, o fato foi registrado na Unidade Policial no dia 9 de agosto de 2023, momento em que, de imediato, a vítima foi ouvida e encaminhada à Unidade de Saúde para realizar o Exame de Corpo de Delito. Além disso, uma testemunha prestou depoimento. A investigação foi iniciada, sendo realizadas diversas diligências para reunir elementos de informação a fim de elucidar o delito, respeitando fielmente o prazo legal e os demais ditames legais. A prisão preventiva e a busca e apreensão domiciliar foram decretadas no dia 1º de setembro de 2023, cujos mandados foram cumpridos no dia 5 do referido mês pela Polícia Civil. Frisa-se não ter ocorrido qualquer tipo de omissão por parte do Delegado responsável pela investigação. Pelo contrário, vem agindo de forma prudente e respeitando os direitos e garantias fundamentais previstos no ordenamento jurídico”, destaca a Adepol.

Sobre o caso

No dia 9 de agosto deste ano, uma mulher de 50 anos denunciou na Delegacia de Polícia de Feijó que foi estuprada por um psicólogo na casa dele. Ela fazia acompanhamento com equipes da Telemedicina de psiquiatria e na rede municipal com o psicólogo. A mulher relata que estava em crise e ele mandou que ela fosse à casa dele, onde o homem realizou uma massagem e a teria estuprado.

O homem foi preso preventivamente na última terça-feira, 5. O crime foi denunciado pela vítima à juíza de Direito Ana Saboya, durante uma palestra do Projeto “Proteja Mulher”, oferecida pelo Observatório de Violência Gênero e pelo Centro de Atendimento à Vítima – CAV, do Ministério Público Estadual.

O suspeito estava na plateia quando a mulher fez a denúncia. A juíza Ana Saboya afirmou que além de se tratar de uma suposta violência sexual, há indícios também de uma violência institucional por omissão, pois a partir da denúncia pública não houve nenhuma notificação ou adoção de medidas administrativas para a apuração dos fatos.

No dia do suposto estupro, a vítima teria mandado mensagem para o profissional dizendo que estava em crise e precisava conversar com o psicólogo. Como já tinha passado o horário do expediente, ele teria pedido para a mulher ir até a casa dele, onde há um consultório particular.

A Secretaria de Saúde de Feijó advertiu o psicólogo sobre os atendimentos dos pacientes da rede pública na residência dele e um procedimento administrativo foi aberto para apurar a conduta do profissional.

Fonte: Ecos da notícia
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