Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Menina de 3 anos baleada em abordagem da PRF tem parada cardíaca e é reanimada; quadro é gravíssimo

    Por G1

    Heloísa está internada no Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, desde 7 de setembro, quando foi baleada ao voltar para casa com a família.

    A menina Heloísa dos Santos Silva, de 3 anos, baleada durante uma abordagem de agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), teve uma parada cardiorrespiratória na madrugada desta quinta-feira (14).

    Segundo a Secretaria de Saúde de Duque de Caxias, médicos do Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes conseguiram reanimá-la após 6 minutos.

    “A paciente está hemodinamicamente instável e segue entubada no CTI pediátrico”, diz o boletim médico divulgado nesta manhã.

    O boletim desta quarta-feira tinha informado que o quadro da criança havia piorado para “instável e gravíssimo”.

    Heloísa está internada no Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, desde 7 de setembro, quando foi baleada ao voltar para casa com a família.

    Policial admitiu tiro

    No primeiro depoimento dos policiais prestado à Polícia Civil, o agente Fabiano Menacho Ferreira admitiu ter feito os disparos de fuzil que atingiram a menina.

    Ele disse que os policiais tiveram a atenção voltada para o veículo Peugeot 207, e que a placa indicava que o carro era roubado.

    Eles seguiram atrás do veículo, ligaram o giroflex e acionaram a sirene para que o condutor parasse, mas que, depois de cerca de 10 segundos atrás do veículo, escutaram um som de disparo de arma de fogo e chegaram a se abaixar dentro da viatura.

    Fabiano Menacho disse que, então, disparou três vezes com o fuzil na direção do Peugeot porque a situação o fez supor que o disparo que ouviu veio do veículo da família de Heloísa.

    Os outros agentes, Matheus Domicioli Soares Viegas Pinheiro e Wesley Santos da Silva, confirmaram a versão do colega.

    Desde o primeiro momento, a família disse que o tiro partiu de uma viatura da PRF.

    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Ministério Público Federal (MPF) também investigam a conduta do agente da PRF que esteve à paisana no hospital onde Heloísa está internada.

    Imagens das câmeras de segurança do hospital mostram o homem entrando no local, sem se identificar, e sendo seguido por um segurança até o corredor da emergência pediátrica.

    William Silva, pai de Heloísa, esteve nesta segunda-feira (11) no MPF para prestar depoimento. Ele contou que chegou a conversar com o agente da PRF.

    “[Ele] não se sentiu ameaçado, chegou a conversar com esse policial. No curso das investigações, se ficar provado que esse policial entrou no CTI sem autorização, evidentemente pode ser caracterizado um abuso de autoridade sem prejuízo de sanções disciplinares por parte da PRF”, disse o procurador da República, Eduardo Benones, que investiga o caso.

    A corregedoria da Polícia Rodoviária Federal informou que identificou o agente e está investigando a conduta dele.

    “A Corregedoria da Polícia Rodoviária Federal foi ao hospital no mesmo dia e identificou o policial que esteve na unidade sem autorização. Por padrão, a PRF não divulga informações pessoais dos seus servidores. Como a presença se deu sem autorização e sem o conhecimento da PRF, foi aberto um procedimento na Corregedoria para apurar as razões”, informou a PRF em nota.

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