Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Acusado de atirar em policial civil em tentativa de assalto em Xapuri é condenado a mais de 28 anos

Por Ecos da notícia

Em decisão assinada na tarde desta quinta-feira, 26, o juiz da Vara Única Criminal de Xapuri, Luís Gustavo Alcalde Pinto, sentenciou o acusado Isac de Macedo Ferreira a 28 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão pelos crimes de roubo majorado tentado e tentativa de latrocínio.

O primeiro crime foi cometido contra a comerciante Antônia Oliveira da Silva Lopes, e o segundo contra o policial civil Jean Carlos de Oliveira Araújo, filho da primeira vítima.

Os crimes aconteceram no dia 23 de fevereiro deste ano, em uma tentativa de assalto ao estabelecimento comercial de Antônia Lopes, localizado no bairro Raimundo Hermínio de Melo.

De acordo com os relatos, ao chegar no comércio da mãe durante a tentativa de assalto, o agente civil foi alvejado pelo assaltante, tendo revidado, resultando em ambos baleados.

Ferido com maior gravidade, Jean Carlos recebeu quatro tiros, sendo dois na região do abdômen e um na mão, que lhe quebrou um dos dedos. Ele precisou ser transferido para Rio Branco, onde foi submetido à cirurgia de emergência.

José Vítor Ribeiro da Silva, inicialmente apontado como cúmplice de Isac Macedo, foi absolvido a pedido do Ministério Público, que entendeu durante a instrução do processo que não foi ele quem repassou a arma do crime ao primeiro acusado.

Na decisão, o magistrado considerou a existência de elementos “sólidos e cristalinos” para comprovar a autoria do réu e a materialidade do crime. O juiz também verificou que a tentativa de roubo se deu mediante violência, pois o acusado o fez com o uso de arma de fogo.

Quanto ao réu José Vítor Ribeiro da Silva, o entendimento foi de que não foram encontrados elementos suficientes para a sua condenação, prevalecendo o princípio jurídico “in dubio pro reo”.

Ao réu condenado, Isac de Macedo Ferreira, foi negado o direito de recorrer em liberdade. Ele chegou a ter a prisão preventiva revogada em julho passado por excesso de prazo, mas teve a medida inicial restabelecida após o juiz acolher recurso do Ministério Público.

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