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Home»Política»CPI dos Atos Golpistas: relatora pede indiciamento de Bolsonaro, Torres, Cid, Braga Netto e militares
Política

CPI dos Atos Golpistas: relatora pede indiciamento de Bolsonaro, Torres, Cid, Braga Netto e militares

Por Leandro Matthaus17 de outubro de 20237 Mins Read
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Além do próprio ex-presidente, lista inclui ex-auxiliares dele e ex-comandantes do Exército e da Marinha. Senadora Eliziane Gama (PSD-MA) leu parecer nesta terça; votação deve ficar para quarta (18).

A relatora da CPI dos Atos Golpistas, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), pede em seu relatório o indiciamento de 61 pessoas, entre civis e militares. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e parte do núcleo de governo dele — cinco ex-ministros e quatro ex-auxiliares — estão na lista.

O relatório final, protocolado no sistema do Senado, foi apresentado na manhã desta terça-feira (17) ao colegiado. A votação, no entanto, deve ocorrer somente na quarta (18).

Além de focar no entorno de Bolsonaro, o documento confirma o apelo de parlamentares da base aliada ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pede o indiciamento de militares das Forças Armadas, como os ex-comandantes da Marinha, Almir Garnier Santos, e do Exército, Marco Antônio Freire Gomes.

Também estão no rol integrantes da Polícia Militar do Distrito Federal, responsável pela segurança da Esplanada dos Ministérios (veja a lista completa abaixo).

Os pedidos feitos por Eliziane no parecer não significam indiciamentos automáticos. A lista é, na prática, uma sugestão. Cabe aos órgãos responsáveis, como o Ministério Público, avaliar a apresentação de denúncias.

Os indiciados

O parecer da senadora sugere indiciamentos por 26 delitos diferentes. Os crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e tentativa de depor governo legítimo são os mais frequentes.

No total, os dois tipos penais foram atribuídos a 46 pessoas.

São indiciados pela relatora no documento:

  • ex-presidente Jair Bolsonaro
  • general Braga Netto, candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro e ex-ministro da Casa Civil e da Defesa
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça de Bolsonaro e então secretário de Segurança Pública do DF nos atos
  • general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional de Bolsonaro
  • general Luiz Eduardo Ramos, ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro
  • general Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa de Bolsonaro
  • almirante Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha
  • general Freire Gomes, ex-comandante do Exército
  • tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e principal assessor de Bolsonaro
  • Filipe Martins, assessor-especial para Assuntos Internacionais de Bolsonaro
  • deputada federal Carla Zambelli (PL-SP)
  • coronel Marcelo Costa Câmara, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro
  • general Ridauto Lúcio Fernandes
  • sargento Luis Marcos dos Reis, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro
  • major Ailton Gonçalves Moraes Barros
  • coronel Elcio Franco, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde
  • coronel Jean Lawand Júnior
  • Marília Ferreira de Alencar, ex-diretora de inteligência do Ministério da Justiça e ex-subsecretária de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do DF
  • Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal
  • general Carlos José Penteado, ex-secretário-executivo do GSI
  • general Carlos Feitosa Rodrigues, ex-chefe da Secretaria de Coordenação e Segurança Presidencial do GSI
  • coronel Wanderli Baptista da Silva Junior, ex-diretor-adjunto do Departamento de Segurança Presidencial do GSI
  • coronel André Luiz Furtado Garcia, ex-coordenador-geral de Segurança de Instalações do GSI
  • tenente-coronel Alex Marcos Barbosa Santos, ex-coordenador-adjunto da Coordenação Geral de Segurança de Instalações do GSI
  • capitão José Eduardo Natale, ex-integrante da Coordenadoria de Segurança de Instalações do GSI
  • sargento Laércio da Costa Júnior, ex-encarregado de segurança de instalações do GSI
  • coronel Alexandre Santos de Amorim, ex-coordenador-geral de Análise de Risco do GSI
  • tenente-coronel Jader Silva Santos, ex-subchefe da Coordenadoria de Análise de Risco do GSI
  • coronel Fábio Augusto Vieira, ex-comandante da PMDF
  • coronel Klepter Rosa Gonçalves, subcomandante da PMDF
  • coronel Jorge Eduardo Naime, ex-comandante do Departamento de Operações da PMDF
  • coronel Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra, comandante em exercício do Departamento de Operações da PMDF
  • coronel Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues, comandante do 1º CPR da PMDF
  • major Flávio Silvestre de Alencar, comandante em exercício do 6º Batalhão da PMDF
  • major Rafael Pereira Martins, chefe de um dos destacamentos do BPChoque da PMDF
  • Alexandre Carlos de Souza, policial rodoviário federal
  • Marcelo de Ávila, policial rodoviário federal
  • Maurício Junot, empresário
  • Adauto Lúcio de Mesquita, financiador
  • Joveci Xavier de Andrade, financiador
  • Meyer Nigri, empresário
  • Ricardo Pereira Cunha, financiador
  • Mauriro Soares de Jesus, financiador
  • Enric Juvenal da Costa Laureano, financiador
  • Antônio Galvan, financiador
  • Jeferson da Rocha, financiador
  • Vitor Geraldo Gaiardo , financiador
  • Humberto Falcão, financiador
  • Luciano Jayme Guimarães, financiador
  • José Alipio Fernandes da Silveira, financiador
  • Valdir Edemar Fries, financiador
  • Júlio Augusto Gomes Nunes, financiador
  • Joel Ragagnin, influenciador
  • Lucas Costar Beber, financiador
  • Alan Juliani, financiador
  • George Washington de Oliveira Sousa, condenado por envolvimento na tentativa de atentado ao aeroporto de Brasília
  • Alan Diego dos Santos, condenado por envolvimento na tentativa de atentado ao aeroporto de Brasília
  • Wellington Macedo de Souza, condenado por envolvimento na tentativa de atentado ao aeroporto de Brasília
  • Tércio Arnaud, ex-assessor especial de Bolsonaro apontado como integrante do chamado “gabinete do ódio”
  • Fernando Nascimento Pessoa, assessor de Flávio Bolsonaro apontado como integrante do chamado “gabinete do ódio”
  • José Matheus Sales Gomes, ex-assessor especial de Bolsonaro apontado como integrante do chamado “gabinete do ódio”

Justificativas

A relatora afirma no parecer que os ataques de 8 de janeiro às sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram resultado de uma suposta “omissão” do Exército.

“O Oito de Janeiro é resultado da omissão do Exército em desmobilizar acampamentos ilegais que reivindicavam intervenção militar; da ambiguidade das manifestações e notas oficiais das Forças Armadas, que terminavam por encorajar os manifestantes, ao se recusarem a condenar explicitamente os atos que atentavam contra o Estado Democrático de Direito; e de ameaças veladas à independência dos Poderes”, diz.

Eliziane Gama também avalia que o entorno de Bolsonaro sabia do “alcance” e, deliberadamente, estimulou manifestações de cunho golpista.

“Jair Bolsonaro e todos os que o cercam sabiam disso [articulações golpistas]. Conheciam os propósitos e as iniciativas. Compreendiam a violência e o alcance das manifestações. Frequentavam os mesmos grupos nas redes sociais. Estimulavam e alimentavam a rebeldia e a insatisfação. Punham deliberadamente mais lenha na fogueira que eles mesmos haviam acendido.”

No caso específico de Bolsonaro, a relatora pede indiciamento pelos seguintes crimes:

  • associação criminosa;
  • tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
  • tentativa de depor governo legitimamente constituído;
  • e emprego de medidas para impedir o livre exercício de direitos políticos.

Foco em militares

O relatório apresentado por Eliziane Gama confirmou a estratégia apontada por governistas de responsabilizar militares das Forças Armadas e da Polícia Militar do DF.

No documento, ela aponta que a “omissão de militares diante de movimentos de cunho golpista levaram aos ataques de 8 de janeiro. Ao todo, 29 militares das Forças e da PMDF foram indiciados por Eliziane.

Há destaque para o ex-comandante da Marinha almirante Almir Garnier Santos e para o ex-comandante do Exército general Freire Gomes.

A senadora apontou que Garnier atuou “conjuntamente” com Bolsonaro e outros indivíduos “dolosamente” para o ato de 8 de janeiro.

O ex-comandante da Marinha foi mencionado pelo tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, em delação premiada, sobre reuniões do ex-presidente para tramar um golpe de Estado.

Eliziane afirma que, se confirmada a delação de Cid, Garnier deve ser indiciado pelos crimes de associação criminosa e de tentativas de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e de governo legítimo.

Próximos passos

  • Para ser aprovado, o documento com mais de mil páginas precisará dos votos da maioria dos membros da CPI mista de deputados e senadores — o que deverá ocorrer, diante da predominância de aliados do Planalto no colegiado.
  • O conteúdo do parecer aprovado é enviado a diversos órgãos que avaliam e decidem pela apresentação de denúncias baseadas nele. Entre as instituições para as quais o documento é encaminhado estão órgãos policiais, o Ministério Público e a Advocacia-Geral da União (AGU).
Fonte: G1
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