Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Governador do DF diz que não vai a ato sobre 8/1, por estar de férias; ele chegou a ser afastado após ataques

    Por Gabriel Luiz, Camila Bomfim, Ana Vinhote

    O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), figura central do 8 de janeiro por ter sido alvo da medida mais gravosa – o afastamento temporário determinado na intervenção federal – não irá ao evento que vai celebrar a democracia e tentar virar a página dos atos golpistas.

    Na data, ele estará de férias em Miami, nos Estados Unidos, segundo a assessoria. Ibaneis vai viajar de 28 de dezembro a 15 de janeiro.

    O governador está no centro da história que os golpistas tentaram escrever e não conseguiram. A cúpula da Polícia Militar do DF, subordinada ao governo sob comando de Ibaneis, foi presa por omissão e até ajuda a golpista.

    Ibaneis afastado

     

    No dia seguinte aos ataques, 9 de janeiro, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou afastar o governador porque verificou uma conduta “dolosamente omissiva”.

    O ministro disse que os atos terroristas só podem ter tido a anuência do governo do DF, uma vez que os preparativos para a arruaça eram conhecidos.

    “A escalada violenta dos atos criminosos resultou na invasão dos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, com depredação do patrimônio público, conforme amplamente noticiado pela imprensa nacional, circunstâncias que somente poderiam ocorrer com a anuência, e até participação efetiva, das autoridades competentes pela segurança pública e inteligência, uma vez que a organização das supostas manifestações era fato notório e sabido, que foi divulgado pela mídia brasileira”, escreveu Moraes na decisão.

    oraes afirmou ainda que os ataques aos prédios e às instituições da República foram “desprezíveis” e não ficarão impunes.

    “Os desprezíveis ataques terroristas à democracia e às Instituições Republicanas serão responsabilizados, assim como os financiadores, instigadores e os anteriores e atuais agentes públicos coniventes e criminosos, que continuam na ilícita conduta da prática de atos antidemocráticos”, afirmou o ministro.

    Moraes disse que o afastamento de Ibaneis se justificava diante do cometimento de crimes como: atos preparatórios de terrorismo, associação criminosa, dano, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.

    “A democracia brasileira não será abalada, muito menos destruída, por criminosos terroristas”, completou.

    Logo após os atos de vandalismo, Ibaneis gravou um vídeo pedindo desculpas ao presidente Lula e aos demais poderes.

    O governador retornou ao cargo, com autorização do STF, em março, quando Moraes justificou que, devido ao avanço das investigações, o retorno dele não oferecia mais riscos.

    Ao programa Conexão, da Globonews, o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli, disse que não cabe a ele avaliar a decisão de Ibaneis, ao ser questionado sobre a ausência do governador no evento do 8 de janeiro de 2024.

    “Não me cabe tecer nenhum tipo de opinião sobre as férias ou as opções de qualquer gestor. O que eu disse é que é um período natural. Um período tem muitos servidores, muitos gestores que estão de férias no período de janeiro. Enfim, então, é natural as pessoas estarem de férias, férias as vezes já programadas com muita antecedência. Enfim, então não me cabe ficar dando opinião sobre eventuais férias de A, B ou C”, disse Cappelli.

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