Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Petrobras perde R$ 35,3 bilhões em valor de mercado em 2 horas

    Por Carlos Rydlewski, Metrópoles

    O valor de mercado da Petrobras caiu para R$ 507 bilhões, numa redução de R$ 35,3 bilhões. A queda ocorreu entre a abertura da Bolsa brasileira (B3), às 10h, até o meio-dia desta quarta-feira (15/5). A quantia foi calculada pelo analista Einar Rivero, da Elos Ayta Consultoria.

    O recuo é resultado da reação dos investidores à troca do presidente da empresa, anunciada na noite da véspera. Com a mudança, Jean Paul Prates deixou o posto para a entrada de Magda Chambriard.

    Ainda de acordo com Rivero, em 2024, o pico do valor de mercado da companhia foi alcançado em 19 de fevereiro, quando atingiu R$ 566,9 bilhões. O ponto mais baixo foi registrado em 11 de março, com R$ 465,9 bilhões, logo após o bloqueio do repasse aos acionistas dos dividendos extraordinários de 2023.

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