Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Gestão da Floresta Pública do Antimary “simplesmente desapareceu” e moradores sofrem com o abandono, revela Edvaldo Magalhães

    Por José Pinheiro

     O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) esteve no domingo (23), cumprindo agenda na Floresta Estadual do Antimary, participando da abertura do Copão do Antimary, que reúne 15 equipes de futebol. 

    O evento contou com o apoio do gabinete do parlamentar e do vereador Marivaldo Rodrigues (PCdoB), além da Prefeitura do Bujari. O prefeito João Edvaldo Teles, Padeiro, esteve presente. 

    Edvaldo Magalhães disse que mais que “dividir alegrias com a comunidade”, o momento foi de ouvi-la. Muitas são as reivindicações dos moradores. Eles reclamam do abandono por parte do governo do Estado. 

    “Mas, estamos tratando, também, dos desafios da comunidade, com relação às regularizações fundiárias dos moradores antigos desta floresta, uma necessidade que se impõe, com a legislação, que terá que tratar. Também as dificuldades encontradas no cotidiano da produção. A gestão da floresta pública simplesmente desapareceu aqui do Antimary”, disse Edvaldo Magalhães ao acrescentar: “os lugares, os equipamentos, os endereços estão todos abandonados. O Estado do Acre, apesar de receber recursos do KfW, que parte deles deve ser para gestão dessas florestas públicas, simplesmente virou as costas para o Antimary”.

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