Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Justiça bloqueia quase R$ 300 milhões em bens de pecuarista dono de áreas na divisa do Acre com o AM

    Por Matheus Melo, Contilnet

    A Justiça Federal acatou o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e determinou o bloqueio de bens no valor de R$ 292 milhões de um pecuarista acusado de ser responsável por desmatar e queimar 5,6 mil hectares da Floresta Amazônica entre 2003 e 2016.

    A decisão é fruto de uma ação civil pública por dano climático, ajuizada pela Advocacia-Geral da União (AGU) em setembro de 2023.

    As áreas afetadas ficam nos municípios de Boca do Acre e Lábrea, os dois na divisa do Amazonas com o Acre.

    A decisão também exige a implementação de um sistema de sumidouros de carbono para reparar a área degradada e reduzir a presença de CO₂ na atmosfera. A decisão é fruto de uma ação civil pública por dano climático, ajuizada pela Advocacia-Geral da União (AGU) em setembro de 2023.

    O pecuarista foi autuado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que alegou que as infrações ambientais representaram a emissão de 901 mil toneladas de gases do efeito estufa.

    O Ibama disse que o pecuarista usou motosserras para suprimir a vegetação, posteriormente efetuou queimadas para limpar o terreno e, por fim, plantou capim com o objetivo de estabelecer pastagem para criação de gado.

    Laudos de vistorias, imagens de satélite e vídeo onde o infrator confessa suas atividades foram apresentados como evidências no processo. Os atos do pecuarista não só emitiram gases de efeito estufa, mas também removeram plantas que poderiam retirar carbono da atmosfera, agravando o impacto ambiental.

    Outras medidas

    As áreas afetadas ficam nos municípios de Boca do Acre e Lábrea, os dois na divisa do Amazonas com o Acre.

    A decisão também exige a implementação de um sistema de sumidouros de carbono para reparar a área degradada e reduzir a presença de CO₂ na atmosfera. A decisão é fruto de uma ação civil pública por dano climático, ajuizada pela Advocacia-Geral da União (AGU) em setembro de 2023.

    O pecuarista foi autuado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que alegou que as infrações ambientais representaram a emissão de 901 mil toneladas de gases do efeito estufa.

    O Ibama disse que o pecuarista usou motosserras para suprimir a vegetação, posteriormente efetuou queimadas para limpar o terreno e, por fim, plantou capim com o objetivo de estabelecer pastagem para criação de gado.

    Laudos de vistorias, imagens de satélite e vídeo onde o infrator confessa suas atividades foram apresentados como evidências no processo. Os atos do pecuarista não só emitiram gases de efeito estufa, mas também removeram plantas que poderiam retirar carbono da atmosfera, agravando o impacto ambiental.

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