Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Dez guardas iranianos são mortos em ataque no sudeste, diz Ministério do Interior

    Por g1

    Dez guardas de fronteira iranianos foram mortos neste sábado (26), no sudeste do Irã, em um confronto com supostos militantes muçulmanos sunitas, informou a mídia estatal do país, segundo o Ministério do Interior.

    De acordo com a agência de notícias Fars, que tem ligações com o governo do Irã, terroristas armados atacaram duas viaturas policiais em Taftan, na província de Sistão-Baluchistão. Até o momento, nenhum grupo reivindicou o ataque.

    O Sistão-Baluchistão é uma das regiões mais pobres do Irã, com uma população significativa da minoria étnica baluchi, que pratica o islã sunita, ao contrário do ramo xiita predominante na República Islâmica, explica a agência France Presse.

    A região é cenário frequente de confrontos entre as forças de segurança iranianas, de um lado, e insurgentes da minoria étnica baluchi, grupos sunitas radicais e narcotraficantes, do outro.

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