Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Justiça dos EUA impede governo Trump de revogar status legal de 530 mil latino-americanos

    Por g1

    A Justiça dos EUA determinou na segunda-feira (14) que o governo Trump não pode revogar o status legal de mais de 530 mil imigrantes da Venezuela, Cuba, Nicarágua e Haiti. A medida entraria em vigor em 24 de abril, e abriria caminho para a deportação desses imigrantes.

    A decisão, tomada por uma juíza federal do distrito de Boston, representa um novo revés para o governo do presidente Donald Trump, que prometeu realizar a maior deportação em massa da história dos EUA.

    Em março, o governo havia anunciado que trabalhava para revogar o status legal de 532 mil imigrantes que entraram legalmente nos EUA sob um programa especial lançado pelo ex-presidente Joe Biden, em outubro de 2022. Entenda mais sobre a questão aqui.

    O programa do governo Biden permitia a entrada nos EUA de até 30 mil migrantes por mês vindos dos países mencionados, que têm um histórico ruim na área de direitos humanos, durante um período de dois anos. O asilo era concedido a cidadãos desses países, que recebiam visto de residência americano e entraram no país por via aérea.

    A decisão judicial afirma que o governo Trump atuou com base em uma interpretação equivocada da lei de imigração, ao contemplar a expulsão acelerada de pessoas sem a cidadania americana que entraram ilegalmente nos EUA, mas não daqueles com autorização para estar no país.

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