Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    O que disse ex-médico de Bolsonaro após ser trocado por Michelle

    Por Valentina Moreira, Metrópoles

    O cirurgião gastrointestinal Antônio Luiz Macedo, que realizou cinco cirurgias em Jair Bolsonaro (PL), diz que não foi convidado para ir a Brasília acompanhar o estado de saúde do ex-presidente. Se tivesse sido chamado, diz Macedo, ele teria ido.

    Com o histórico de acompanhamento de Bolsonaro, o médico disse que esperava ter sido convidado para a cirurgia de domingo (13/4), o que não aconteceu. “Se precisar ir para Brasília por algum motivo, é lógico que eu vou, mas eles não pediram que eu fosse. Eu torço para que ele fique bem, mas eles não pediram”, afirmou ao Metrópoles.

    A troca da equipe médica foi atribuída a uma decisão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho do ex-presidente da República.

    Um dos motivos estaria relacionado à ex-deputada federal Amália Barros (PL-MT), que morreu em 2024 após uma série de cirurgias para retirar um nódulo benigno no pâncreas feito por Macedo.

    Ao Metrópoles, contudo, o médico negou que tenha acontecido alguma indisposição e defendeu que a troca aconteceu por motivos de logística, já que trabalha em São Paulo.

    Operado por médico do HC

    “Eu acho que é uma questão da tranquilidade deles em Brasília, onde eles moram. Como eu fico na rede D’Or, aqui em São Paulo, é muito difícil para mim (…). Eu não estou tratando dele dessa vez, mas já tratei dele em outras circunstâncias e sempre me dei muito bem com ele e com a família dele”, disse o médico.

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