Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Edvaldo Magalhães repudia ataques misóginos feitos por senadores contra Marina: ‘espetáculo de horrores’

    Por José Pinheiro

    O deputado estadual Edvaldo Magalhães apresentou, nesta quarta-feira (28/5), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), uma Moção de Solidariedade em apoio à acreana e ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que foi duramente atacada por senadores dos estados do Amazonas e de Rondônia, membros da Comissão de Infraestrutura do Senado.

    Marina participava da audiência quando sofreu ataques misóginos e violência política de gênero por parte dos senadores do Amazonas, Omar Aziz e Plínio Valério, e de Rondônia, Marcos Rogério, que presidia a Comissão.

    “Nós assistimos ontem, àqueles que tem um pouco de curiosidade e àqueles que tem o mínimo de sensibilidade, devem ter ficado chocados com aquele espetáculo de horrores ocorrido no Senado da República, na Comissão de infraestrutura, com a presença da ministra Marina Silva. Marina foi deputada desta Casa. Aquele salão do povo leva o nome dela. Ela marcou época como uma parlamentar combativa, como uma parlamentar produtiva, como uma mulher extraordinariamente solidária e de ótima convivência com a pluralidade que é sempre o plenário desta Assembleia”, disse Edvaldo.

    O deputado acreano lembrou ainda que Marina, mesmo de forma “incisiva”, nunca desrespeitou um parlamentar, nunca partiu para o “plano do pessoal ou da adjetivação desnecessária” no debate da diferença e da divergência política.

    “Quando ela saiu desta Casa foi direto para o Senado da República numa eleição extraordinária. Por isso apresento hoje uma moção de solidariedade. Ela foi atacada por discurso de ódio e misoginia. O Brasil vive um momento delicado da afirmação da sua democracia. Está virando lugar comum se utilizar da forma do preconceito, na ausência da força do argumento, para tentar manchar, denegrir, diminuir as pessoas. O que vimos ontem é que a Marina entrou no debate de um tamanho e saiu gigante porque o Brasil estar a reprovar a forma absurda, preconceituosa. Só os arrogantes, sós ignorantes, os incapazes utilizam deste tipo de instrumento”, pontuou o líder da oposição na Aleac.

    Ao final, Edvaldo Magalhães cobrou um posicionamento da Assembleia Legislativa do Acre. Disse que Marina saiu das cabeceiras dos rios para ser cidadã do mundo. Ele também leu uma carta publicada pelo ex-governador Binho Marques, que destaca o legado de Marina.

    “Nós precisamos ter um posicionamento dessa Casa referente a alguém que saiu daqui e hoje é escutada pelo mundo. Não temos que ter vergonha, temos que exaltar isso. Não é fácil uma seringueira sair daqui e virar uma senhora do mundo. Não podemos ser covardes. Quem se acovarda não merece estar à altura da história no momento que a história exige solidariedade. Repito, só os covardes não se solidarizam quando alguém parida pelas cabeceiras dos rios, com a história e a trajetória que tem Marina Silva é vilipendiada. Não porque defende esta ou aquela bandeira, mas por ser uma mulher negra vinda da cabeceira dos rios”, completou.

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