Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    A Ideologia do Fascismo (por Ricardo Guedes)

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    A Democracia vem de ideias. Rousseau disse que a única maneira do homem fugir da “barbárie” é o “Contrato Social”, com representatividade e distribuição de renda, em objetivos não alcançados. E Marx preconizou o Socialismo, onde, na plenitude da igualdade social, o homem iria “caçar de manhã, pescar à tarde, criar gado à noite, e exercer a crítica após o jantar”, na utopia que nunca ocorreu. E quando os dois falham, surge o Fascismo, do Socialismo que não levou à igualdade, e da Democracia que não distribuiu renda.

    O Fascismo não tem ideologia própria, mas o pragmatismo, que se apropria de ideias conjunturais. O Fascismo ocorre quando as classes médias são comprimidas, como hoje, sujeitas à fúria de líderes despóticos.

    Georg Simmel, um dos mais importantes teóricos do pensamento social, contemporâneo de Freud, em “Philosophie des Geldes” (“A Filosofia do Dinheiro”), diz que o liderado precisa de um líder para que possa “se eximir da responsabilidade da ação social”. E que, às vezes, “o mestre torna-se escravo de seus próprios escravos”, na simbiose entre o líder e os liderados.

    Compatível com este paradigma, Albert Speer, Arquiteto e Ideólogo da Alemanha Nazista, em “Inside the Third Reich”, escreveu que “Hitler e Goebbels foram, de fato, moldados pela própria multidão. Certamente, as massas rugiam ao ritmo da batuta de Hitler e Goebbels; mas eles não eram os verdadeiros maestros. A multidão determinava o tema. Para compensar a miséria, a insegurança, o desemprego e a desesperança, essa assembleia anônima chafurdava por horas a fio em obsessões, selvageria e licenciosidade. A infelicidade pessoal causada pelo colapso da economia foi substituída por um frenesi que exigia vítimas. Ao atacar seus oponentes e difamar os judeus, eles deram expressão e direção a ferozes paixões primárias”.

    O Fascismo se antepõe à cultura e ao raciocínio lógico. Como expresso na fala de Hans Jost, durante a ascensão do Nazismo, “quando ouço alguém falar em cultura, lanço logo a mão a minha arma”. E Goebbels, Ministro da Propaganda de Hitler, disse que “uma mentira dita mil vezes torna-se verdade”.

    As ações de Trump contra a cultura e Harvard expressam a profunda anemia na maior Democracia que a história já teve, tão admirada por tantos nós. Harvard expressa o projeto de uma nação, com 21 mil Alunos, 2.400 Professores, e 163 Prêmios Nobel. Lá estudaram David Rockefeller, Bill Gates, Mark Zuckerberg, Frank D. Roosevelt, John Kennedy, George Bush, Barack Obama, Pierre Trudeau (Primeiro Ministro do Canadá), Mary Robinson (Presidente da Irlanda), Oppenheimer, T. S. Eliot, Talcott Parsons, Leonard Bernstein, Jack Lemmon, Matt Damon, e outros tantos. Harvard é grande porque ali está o mundo. By the way, lá estudam a futura Rainha da Bélgica e a filha do Primeiro Ministro do Canadá, hoje com os seus vistos ameaçados.

    E assim vamos nós, da frente pra trás.

    “Oh Deus, oh dor”!

     

    Ricardo Guedes é Ph.D. em Ciências Políticas pela Universidade de Chicago. Autor do livro “Economia, Guerra e Pandemia: a era da desesperança”

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