Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Advogados de Trump criticam ato de Toffoli que empoderou Moraes no STF

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    Advogados que representam a Trump Media criticaram uma decisão do ministro Dias Toffoli que teve como consequência a concentração de investigações pelo gabinete de Alexandre de Moraes no STF.

    No processo que a empresa de Donald Trump move contra Moraes nos Estados Unidos, seis advogados contestaram o chamado “inquérito das fake news”, cuja instauração foi determinada por Toffoli quando presidia o Supremo.

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    O ministro do STF Dias Toffoli criticou o Congresso por quase quatro décadas de “omissão legislativa”.

    Rosinei Coutinho/STF2 de 3

    O ministro Alexandre de Moraes é alvo de ação movida por advogado de Trump

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo3 de 3

    Governo de Donald Trump estuda sanções a Alexandre de Moraes

    Chip Somodevilla/Getty Images

    O advogado sustenta que o ministro abriu a investigação após ser alvo de uma reportagem que o associou à empreiteira Odebrecht:

    “Em março de 2018, um grande jornal brasileiro informou que o ministro José Antonio Dias Toffoli – colega de Moraes no STF – estava implicado na Operação Lava Jato e ligado à Odebrecht (um conglomerado que admitiu cerca de US$ 788 milhões em propinas).”

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    “Três dias depois dessa denúncia, em 14 de março de 2019, o STF – por meio do ministro Toffoli – instaurou o Inquérito nº 4781, conhecido como ‘Inquérito das Fake News’”, prosseguiu.

    “O STF invocou o artigo 43 do Regulamento Interno do STF, um artigo que geralmente era reservado para questões administrativas, para se autorizar unilateralmente a abrir uma investigação criminal ex officio, contornando o Ministério Público e os tribunais distritais.”

    “Críticos no Brasil e no exterior criticaram isso como inconstitucional, alertando que o STF, a mais alta corte do país, estava efetivamente se concedendo os papéis de investigador, promotor e juiz sob a bandeira do combate a ‘notícias fraudulentas, ofensas e ameaças’ contra o STF e seus ministros.”

    “O ministro Moraes liderou a primeira investigação do STF, e sua primeira ação foi determinar a remoção de um artigo que implicava o ministro Toffoli e ameaçava multa diária de R$ 100.000 (cerca de US$ 20.000) a menos
    que fosse removido da internet”, escreveu o advogado.

    Assinam o documento os advogados Martin de Luca, Mateus Schwartz, Andrew Smith, Daria Pustilnik, Caryn Schechtman e Cristopher Oprison, que representam a Trump Media e a Rumble.

    Texto sobre STF chega à mesa de Marco Rubio

    A referência a Toffoli é relevante porque o governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, estuda estender sanções a mais autoridades brasileiras além de Moraes.

    A coluna apurou que o texto elaborado pela Casa Branca que estipula punições a Moraes chegou à mesa do secretário de Estado, Marco Rubio, no último domingo (22/6).

    Por ora, contudo, Toffoli não aparece como alvo das sanções que os Estados Unidos pretendem implementar.

    O governo Trump deverá, em um primeiro momento, concentrar as sanções em Alexandre de Moraes.

    Sanções de Trump miram mais autoridades

    Posteriormente, deverão ser analisadas sanções a Paulo Gonet, que está à frente da Procuradoria-Geral da República, por conta da elaboração de pareceres que embasaram decisões de Moraes.

    No Supremo Tribunal Federal, ministros relataram à coluna que não haverá recuo por conta das prováveis sanções. A Corte continuará a atuar da mesma forma tanto no processo que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro quanto no que avança na regulação de redes sociais.

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