Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Analfabetismo tem menor taxa desde 2016 no Brasil, afirma PNAD

    Por

    A taxa de analfabetismo no Brasil caiu para o menor nível desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) com módulo de educação, iniciada em 2016. Em 2024, 5,3% da população com 15 anos ou mais não sabia ler nem escrever um bilhete simples — o equivalente a 9,1 milhões de brasileiros, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Em oito anos, o país conseguiu reduzir o índice em 1,4 ponto percentual. Já em 2016, a taxa era de 6,7%. Apesar do avanço, o analfabetismo ainda afeta principalmente os idosos, a população negra e moradores das regiões Norte e Nordeste.

    Leia também

    O recorte etário revela uma disparidade marcante. Entre os brasileiros com 60 anos ou mais, 14,9% são analfabetos. A taxa é quase três vezes superior à observada na faixa de 15 anos ou mais. Já entre pessoas com 25 anos ou mais, o índice é de 6,3%; entre as de 40 anos ou mais, 9,1%.

    “O perfil do analfabetismo no Brasil é envelhecido. Os dados evidenciam que as gerações mais novas têm tido mais acesso à alfabetização, mas o passivo histórico ainda é grande”, explica o IBGE.

    Nordeste concentra mais da metade dos analfabetos

    Um dos fatores marcantes que chama atenção, é a desigualdade regional. No último ano a Região Nordeste concentrava 55,6% do total de analfabetos do país — 5,1 milhões de pessoas. A taxa regional é de 11,1%, mais que o dobro da média nacional.

    Enquanto a Região Norte tinha o índice de 6,0%, ainda abaixo da meta de 6,5% estabelecida para 2015 pelo Plano Nacional de Educação (PNE). Já as regiões Sul (2,7%), Sudeste (2,8%) e Centro-Oeste (3,3%) apresentam os menores índices do país e estão abaixo da meta.

    Raça, gênero e desigualdade

    A PNAD também evidenciou as disparidades por cor e sexo. Em 2024, 6,9% das pessoas pretas ou pardas com 15 anos, ou mais eram analfabetas — mais que o dobro da taxa registrada entre pessoas brancas (3,1%).

    A desigualdade é ainda mais acentuada entre os idosos: 21,8% dos pretos ou pardos com 60 anos, ou mais, são analfabetos, contra 8,1% dos brancos na mesma faixa etária.

    Entre os sexos, as diferenças são menores. A taxa de analfabetismo entre as mulheres de 15 anos ou mais foi de 5,0%, enquanto entre os homens foi de 5,6%. No entanto, entre os idosos, a taxa feminina supera ligeiramente a masculina: 15% contra 14,7%.

    Meta de erradicação do analfabetismo ainda distante

    Apesar de ter superado a meta intermediária do PNE, que previa reduzir o analfabetismo a 6,5% até 2015, o Brasil ainda não cumpriu o objetivo final, que era erradicar o analfabetismo até 2024.

    Pois a redução da taxa nacional é um avanço, entretanto os números demonstram que o desafio permanece, principalmente no enfrentamento das desigualdades estruturais que afetam idosos, negros e principalmente moradores do Norte e Nordeste, como foi destacado no relatório do IBGE.

    Sair da versão mobile