Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Após mais de três anos, grupo de mercenários Wagner deixa o Mali

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    O grupo de mercenários Wagner anunciou sua retirada do Mali, após três anos e cinco meses de atuação no país africano. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira (6/5).

    “Exterminamos milhares de militantes e seus comandantes, que aterrorizavam a população civil há anos”, disse a organização. “Missão cumprida. PMC Wagner retorna para casa”.

    Desde 2018, os mercenários do Wagner têm intensificado sua atuação em países da África, afetados pela migração de grupos terroristas, como o Estado Islâmico (ISIS), da Oriente Médio para nações do continente.

    A República Centro-Africana foi um dos primeiros países a contar com as forças da organização, naquela época comandada por Yevgeny Prigozin, que antes de morrer circulava pelo alto escalão do governo russo. O Wagner, então, expandiu sua atuação para outros países da região, principalmente aqueles localizados na faixa do Sahel – que se estende pelos territórios de Burkina Faso, Chade, Nigéria, Camarões, Senegal, Mauritânia, Sudão, Gâmbia, Djibuti, Somália, Sudão do Sul, Etiópia, Níger e Mali.

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    Assim como Burkina Faso e Níger, o Mali foi alvo de um golpe militar que reformulou as políticas do país. Antes aliados de países ocidentais, as três nações africanas viraram as costas para antigas colônias, como a França, e buscaram uma maior aproximação com a Rússia.

    No Mali, os mercenários do Wagner iniciaram sua atuação antes mesmo da morte de Prigozhin, em um acidente de avião em 2003. Já no Níger, os soldados privados ligados ao Kremlin foram enviados sob o escudo do Africa Corps, uma reinvenção da antiga organização liderada pelo ex-aliado de Vladimir Putin.

    Segundo Moscou, o Africa Corps está sob o comando direto do Ministério da Defesa da Rússia. A estimativa é de que a maioria de suas fileiras sejam compostas por antigos mercenários do Wagner, que ficaram sem uma liderança após a morte de Prigozhin.

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