Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Ato protesta contra remoções e pelo direito à moradia em São Paulo

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    Centenas de pessoas realizaram nesta quarta-feira (11)  um protesto, no centro da capital paulista, em defesa do direito à moradia e contra despejos. O ato teve participação de integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), do Movimento pelo Direito à Moradia (MDM), da União dos Movimentos de Moradia de São Paulo, da Confederação Nacional das Associações de Moradores (Conam) e da campanha Despejo Zero.

    Com bandeiras, camisetas e adesivos, o grupo caminhou até a sede da prefeitura, acompanhado de um carro de som. Lideranças dos movimentos cobraram que gestões municipal e estadual abram mesas de negociação, criticaram ações policiais truculentas na remoção das famílias da ocupações e que as comunidades irão às ruas pelo direito de ter moradia digna.    

    Notícias relacionadas:

    O tema de habitação ganhou proeminência na capital paulista após o desmanche da Favela do Moinho. O governo paulista pretende transformar o local em um parque e em uma estação da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). As alternativas de moradia ofertadas, pela gestão estadual, às famílias que viviam no local foram alvos de críticas e protestos dos moradores. Após pressão da comunidade, o governo federal e a gestão de São Paulo firmaram acordo para garantir que os habitantes da Favela do Moinho possam comprar imóveis de até R$ 250 mil.  O governo federal condicionou que não pode haver violações dos direitos dos moradores nas remoções.

    Outro caso é o da comunidade do Jardim Pantanal, que perdeu parcial ou totalmente as casas por causa de enchentes, além de ter enfrentado episódios de violência quando os moradores tentavam efetuar cadastro para receber benefícios. 

    Em entrevista à Agência Brasil, a doméstica Maria dos Remédios Gomes que mora, atualmente, na Ocupação Jorge Hereda, que foi formada durante a pandemia de Covid-19 e está localizada perto do Parque do Carmo, zona leste da capital, conta que antes morava em imóvel alugado, mas não conseguiu mais pagar o valor. Seu último endereço era próximo ao local onde vive agora, em Itaquera.

    “Tem uns vizinhos meus que já moraram muito em ocupação. Aí, eu só acompanhei, cheguei através deles”, relata ela, que mora com a filha de 35 anos.

    Maria Gomes, que é maranhense e completou quatro décadas morando em São Paulo, diz que, embora considere legítima a luta por manter a ocupação, gosta de pensar que a situação em que se encontra é apenas provisória.

    “Quero ter minha casa própria, porque viver em ocupação não é bom para ninguém. Tenho medo de tudo, porque hoje a gente tem onde ficar e no dia seguinte não se sabe o que vai acontecer”, afirma, destacando o receio de operações policiais que possam remover as famílias.

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