Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Brasil detectou mil casos de ISTs entre crianças indígenas desde 2015

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    Nos últimos 10 anos, o Brasil registrou 1.044 casos de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) entre crianças indígenas, com idades entre zero a 15 anos. Os dados foram obtidos pelo Metrópoles por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).

    No caso da sífilis congênita, causada pela bactéria Treponema pallidum, a principal causa apontada pelo Ministério da Saúde é a transmissão vertical, quando a doença é transmitida de mãe para filho durante a gestação, parto ou amamentação. De 2015 a 2024, por exemplo, a sífilis congênita não especificada foi detectada em 47 bebês com idade inferior a um ano.

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    A sífilis congênita pode causar parto prematuro, malformação do feto, surdez, cegueira e alterações ósseas, de acordo com o próprio Ministério da Saúde.

    A pasta destaca ainda que há uma maior identificação dessas ocorrências por causa da melhora da triagem clínica e a ampliação da oferta de testes rápidos dentro dos territórios indígenas.

    Outras doenças também foram detectadas na população entre zero e 15 anos, como gonorreia e papilomavírus, o HPV.

    No Brasil todo, foram registrados 13.563 casos de ISTs em populações indígenas entre 2015 e 2024. A maior incidência ocorreu entre 2017 e 2018, onde foram 2.299 casos confirmados.

    Confira a evolução de casos ano a ano:

    A Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) pontua que os 34 DSEIs promovem a criação de materiais educativos a respeito das ISTs, em especial entre os meses de julho, outubro e dezembro, com campanhas vinculadas ao Ministério da Saúde.

    O Ministério da Saúde informou ao Metrópoles que os casos de ISTs entre povos indígenas tiveram uma queda de 38% entre 2019 e 2024, saindo de 1.939 para 1.186. Neste mesmo período houve uma redução nas mortes, de 15 para 7.

    A pasta pontuou ainda que a Sesai, desde 2023, reforçou o enfrentamento de ISTs, com ampliação da vacinação e oferta de testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites. “A combinação de testagem, busca ativa e sensibilização tem garantido diagnóstico precoce. Entre 2023 e 2024, o Ministério da Saúde enviou aos DSEIs, 461 mil testes para HIV, 376 mil para sífilis, 400 mil para hepatite B e quase 300 mil para hepatite C.”

    O Ministério da Saúde ressaltou que também houve um aumento na cobertura vacinal:

    • Hepatite A (menores de 5 anos): de 89,5% para 92,2%
    • Hepatite B: de 89,3% para 94,6%
    • HPV (9 a 14 anos): de 73,2% para 89,5%
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