Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Câmara aprova regras mais duras para crimes cometidos com arma de fogo

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    A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (11/6), o Projeto de Lei 4.149/2004, que altera o Estatuto do Desarmamento e endurece as penas para crimes envolvendo armas de fogo, especialmente as classificadas como de uso proibido. A proposta, do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), teve 273 votos favoráveis e 153 contrários. Os destaques — sugestões de alteração no texto-base — foram rejeitados e a proposta vai ao Senado Federal.

    A principal mudança aprovada é o aumento da pena para o crime de disparo de arma de fogo em locais habitados ou em via pública. Atualmente, a pena varia de 2 a 4 anos de prisão. Com a nova redação, passa a ser de 3 a 6 anos quando o disparo envolver arma de uso proibido.

    Outro ponto do projeto é a criação de uma definição legal para armas e munições de uso proibido, o que, segundo os defensores da proposta, traz mais segurança jurídica.

    A mudança foi incluída por meio de uma emenda do deputado Ismael Alexandrino (PSD-GO), aprovada com apoio da Comissão de Segurança Pública e da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    O novo §3º do artigo 16 do Estatuto passa a considerar como de uso proibido:

    • armas e munições assim classificadas em tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário;
    • armas dissimuladas com aparência de objetos inofensivos;
    • munições incendiárias ou químicas.

    Além disso, o texto aumenta a pena para posse ou porte ilegal dessas armas. Se antes a punição era de 3 a 6 anos de prisão, agora a pena pode chegar a 6 a 12 anos nos casos de uso proibido.

    Nos crimes de comércio ilegal e tráfico internacional de armas (artigos 17 e 18 da lei), a pena será aplicada em dobro se os artefatos forem de uso proibido.

    O projeto também estabelece que as novas regras podem ser aplicadas conjuntamente com sanções da Lei de Drogas, conforme o Código Penal, o que permite a aplicação de penas cumulativas.

    Apesar da aprovação, a sessão foi marcada por forte tensão e troca de acusações entre parlamentares. O deputado Gilson Marques (Novo-SC), por exemplo, chegou a solicitar o encerramento da sessão, mas o pedido foi negado. A votação, no entanto, foi concluída com maioria favorável à proposta.

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