Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Cantem para Bolsonaro: Ai, ai, ai, ai, está chegando a hora

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    Bolsonaro experimentou, ontem, a sensação de desconforto ao sentar-se em um banco de réus. Não sei se foi pela primeira vez. Porque nos anos 1980, denunciado por planejar explodir quartéis, ele foi julgado pelo Superior Tribunal Militar e absolvido.

    Hoje se sentará de novo. E é possível que ainda hoje seja interrogado sobre os crimes que lhe atribuem: tentativa de golpe, abolição do Estado Democrático de Direito, organização criminosa e danos ao patrimônio público e a bens tombados.

    Se não for interrogado hoje, será amanhã, dado o ritmo veloz que imprime ao processo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Bolsonaro acha-se injustiçado. E pede para ser lembrado pelas palavras que disse antes de virar réu. Do tipo:

    “O que é golpe? Golpe é tanque na rua. É arma. É conspiração. É trazer classes políticas para o seu lado, empresariais. Isso é golpe. Nada disso foi feito no Brasil. E fora isso, por que ainda continuam me acusando de golpe?” (fevereiro de 2024)

    “Da minha parte nunca houve discussão de golpe. Se alguém viesse pedir golpe, ia falar, tá, tudo bem, e o ‘after day’? E no dia seguinte, como é que fica? Como fica o mundo perante a nós. Agora, todas as medidas possíveis dentro das quatro linhas, dentro da Constituição eu estudei.” (novembro de 2024)

    “Eu conversei com várias pessoas nessa época, eu sempre despachei com todos os ministros, sempre tive maior carinho pelos comandantes de força, sem problema nenhum. Você conversar sobre dispositivo constitucional, qual o mal nisso?” (março de 2025)

    “Eu conversei com as pessoas, dentro das quatro linhas, que vocês estão cansados de ouvir, o que a gente pode fazer? Daí foi olhado lá, [estado de] sítio, [estado de] defesa, [artigo] 142, intervenção…” (março de 2025)

    Golpe com tanque na rua é coisa do passado. Já não se precisa mais de tanques como em 1964, quando a democracia foi abolida durante 21 anos a pretexto de salvá-la do comunismo. O fracasso político e econômico da ditadura militar foi que decretou seu fim.

    Para quê conversar sobre dispositivos constitucionais depois de ter sido derrotado? Só cabia a Bolsonaro reconhecer a derrota e dar posse ao presidente eleito. Mas ele conversou, como admite. Ele nunca reconheceu a derrota. Abandonou o país para não dar posse.

    Ao depor no Supremo, disse o tenente-coronel Mauro Cid, seu ex-ajudante-de-ordem, que Bolsonaro leu e editou a minuta do golpe que só não aplicou porque lhe faltou o apoio das Forças Armadas. “Bolsonaro sempre buscou fraude nas urnas”, revelou Cid.

    Mais de uma pessoa que aconselhou Bolsonaro a ordenar o desmonte de acampamentos de golpistas nas portas de quartéis, ouviu dele, segundo Cid:

    “Não fui eu que os chamei. Não serei eu quem os mandará embora”.

    Não só não mandou: os comandantes militares foram constrangidos por Bolsonaro a assinar uma nota em defesa dos acampamentos.  Afinal, ali, onde se clamava por um golpe, os manifestantes exerciam seu direito à liberdade de reunião.

    O general Braga Netto, vice de Bolsonaro, era quem fazia a ligação do governo com os acampamentos. Uma vez, entregou a Cid uma certa quantidade de dinheiro para ser repassada a militares que apoiavam o golpe. Bolsonaro pediu a Cid que monitorasse Moraes.

    Cid reafirmou no seu depoimento tudo o que disse em sua delação à Polícia Federal. Mas deixou a impressão de que sabe muito mais do que contou.

     

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