Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Capitão da PM de SP é acusado de invadir casa e espancar soldado

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    O capitão Mario Celio Cristiano Gomes Junior, da Polícia Militar de São Paulo, é acusado de invadir a casa e espancar a companheira, Thaynara Júnia, que é soldado na corporação. A agressão teria ocorrido na noite de dia 28 de maio, na frente da filha da vítima, que tem 8 anos. A mulher registrou um boletim de ocorrência durante a madrugada.

    De acordo com o relato, Mario Celio foi até sua casa, no Pari, centro da capital, e arrombou o cadeado da porta para entrar. O policial teria proferido uma série de xingamentos contra a vítima, a quem acusava de traição. Ele queria, segundo o relato, ter acesso a conversas no aparelho celular da mulher.

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    Mario Celio teria, então, arrastado a mulher pelo cabelo e desferido uma sequência de socos e empurrões. Na sequência, o PM levou a companheira até o Pronto Socorro Cruz Azul, onde ela recebeu atendimento médico. Na unidade médica, a soldado teria falado sobre as agressões com a enfermeira, que avisou a polícia.

    “Foi Deus que me salvou aquele dia. Pensei que fosse morrer dentro da minha própria casa, ao lado da minha filha”, afirma Thaynara ao Metrópoles.

    “A minha filha não estava se sentindo bem. Pedi a ele pelo amor de Deus que me devolvesse as chaves de casa e do carro para eu levá-la ao hospital. Ele disse que eu não iria sair sozinha, que ele me levaria. Quando chegamos ao hospital, a equipe médica percebeu que eu estava com os lábios inchados e com marcas pelo corpo”, acrescenta a mulher.

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    Suposta vítima de capitão da PM

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    Suposta vítima de capitão da PM

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    Suposta vítima de capitão da PM

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    Na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, onde registrou a ocorrência, a soldado disse que tem um relacionamento com o capitão há cerca de um ano e que já havia sido vítima de outras agressões físicas e verbais, mas nunca fez BO. A mulher descreveu o companheiro como um homem ciumento, que “apresenta crises de forma frequente”.

    Após o ocorrido, Thaynara conseguiu na Justiça uma medida protetiva contra o capitão, que agora não pode chegar a menos de 200 metros dela. Ele também não poderá estabelecer contato pelas redes sociais.

    “O relato da vítima é coerente e verossímil. Assim, diante de possível situação de vulnerabilidade da mulher, verifico a presença de requisitos legais para a concessão das medidas protetivas”, disse a juíza Joanna Palmieri Abdallah, do Foro da Casa da Mulher Brasileira.

    A reportagem não conseguiu contatar o capitão Mario Celio para questioná-lo sobre o ocorrido. Até o momento da publicação, a Secretaria da Segurança Pública (SSP).

    Em nota, a pasta disse que o caso foi investigado por meio de inquérito policial instaurado pela 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e relatado à Justiça.

    “A autoridade policial solicitou medida protetiva de urgência para a vítima. A Polícia Militar acompanha o andamento do processo judicial para a adoção das medidas cabíveis”, diz o texto.

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