Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Censo: analfabetos são maioria católicos e de religiões indígenas

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    As religiões com os maiores percentuais de pessoas analfabetas no Brasil são o catolicismo e as tradições indígenas. É o que mostra o Censo Demográfico 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na manhã desta sexta-feira (6/6). Entre os católicos, 7,8% das pessoas com 15 anos ou mais não sabem ler nem escrever. Já entre os adeptos de tradições indígenas, o índice salta para 24,6%.

    De acordo com o IBGE, a alta taxa de analfabetismo entre católicos se explica, em parte, pelo perfil etário da religião: a maioria dos fiéis tem mais de 60 anos. No grupo com 80 anos ou mais, o catolicismo chega a 72% de adesão, enquanto entre adolescentes de 10 a 14 anos essa proporção cai para 52%.

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    No caso das tradições indígenas, a explicação está ligada ao perfil racial: 74,5% dos adeptos se identificam como indígenas. Essa população historicamente enfrenta desigualdades estruturais e exclusão do sistema educacional formal — o que se reflete nas estatísticas.

    Enquanto isso, religiões como o espiritismo e as de matriz africana apresentam os menores índices de analfabetismo: 1% entre espíritas e 2,4% entre umbandistas e candomblecistas. Ambas as religiões possuem pessoas brancas como maior número de adeptos (63,8% e 42,7%, respectivamente).

    Entenda a pesquisa

    • O Censo 2022 permitiu ao cidadão a possibilidade de participar por meio de três formas diferentes: entrevista presencial, por telefone ou autopreenchimento pela internet.
    • O quesito Qual é sua religião ou culto? foi aplicado a todas as pessoas de 10 anos ou mais de idade, contudo, nas Terras Indígenas e nos Setores Censitários de agrupamentos indígenas, para melhor captação das informações desse grupo populacional específico, a redação do quesito foi alterada para Qual a sua crença, ritual indígena ou religião?
    • A entrevista presencial correspondeu a maior parte (98,9%) das respostas do Censo 2022 com 72 433 841 questionários aplicados.
    • A investigação das características dos domicílios e das pessoas neles residentes terá com data de referência zero hora do dia 1º de agosto de 2022.
    • Desde o primeiro Censo Demográfico brasileiro, realizado em 1872, a religião tem sido alvo de investigação censitária.

    Religião reflete desigualdades

    Embora a presença de pardos seja expressiva entre todas as religiões, a distribuição racial entre elas também expõe desigualdades sociais. Os grupos com maior presença de brancos, como o espiritismo, concentram os melhores indicadores socioeconômicos: são os que têm maior escolaridade, menor taxa de analfabetismo (apenas 1%) e maior acesso à internet em casa (96,6%).

    Já os grupos com maior presença de pretos, indígenas e pardos tendem a enfrentar maiores taxas de analfabetismo, menor acesso a ensino superior e condições de moradia mais vulneráveis. É o caso das tradições indígenas e da população católica mais envelhecida, por exemplo.

    A diferença também aparece ao observar o nível de escolaridade. Entre os espíritas, quase metade (48%) tem ensino superior completo — o maior percentual entre todos os grupos religiosos. Já nas tradições indígenas, 53,6% têm até o ensino fundamental incompleto ou são sem instrução.

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