Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Conferência de Bonn, na Alemanha, termina com avanços para COP30

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    A 62ª sessão dos Órgãos Subsidiários da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (SB 62) terminou na noite dessa quinta-feira (26), após dez dias de negociações em Bonn, na Alemanha. A delegação brasileira aponta avanços nos principais temas, mas ambiente de negociação difícil, que poderá dificultar os trabalhos em novembro, na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP30), em Belém (PA).

    No balanço apresentado pela diretora executiva designada para COP, Ana Toni, e pela negociadora-chefe do Brasil, embaixadora Liliam Chagas, foram destacados avanços no programa de trabalho sobre transição justa e nos diálogos do Balanço Global (GST, na sigla em ingês), em especial a apresentação da Agenda de Ação da COP30. “A proposta foi bem recebida por governos, empresas, sociedade civil e povos indígenas. A ideia de acelerar ressoou. Todos querem avançar”, afirma Ana Toni.

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    A rede Latin American Climate Lawyers Initiative for Mobilizing Action (La Clima) publicou uma avaliação que aponta preocupação com o desfecho das negociações sobre o tema, após a publicação de uma nota informal com opções, revelando a falta de consenso entre os países. “No fim da conferência, duas versões de texto foram apresentadas pelos facilitadores, refletindo posições conflitantes quanto ao escopo temático, duração do processo e natureza dos produtos.”, descreve.

    Para Ana Toni, os avanços nas negociações superaram as divergências em Bonn. De acordo com a delegação brasileira, houve avanço em 49 itens na agenda, enquanto apenas dois permaneceram inalterados. “O clima político global se agravou muito nas últimas semanas, mas, mesmo assim, o regime climático funcionou em Bonn”, afirma.

    Adaptação

    A Meta Global de Adaptação (GGA) foi mais um dos temas que avançou no aspecto de definição da quantidade de indicadores para estabelecer parâmetros globais como meios de implementação e habilitação. Foram definidos que os 490 temas serão compilados em 100 indicadores.

    O avanço foi considerado pequeno e lento por representantes de organizações sociais. A especialista em mudanças climáticas do WWF-Brasil, Flávia Martinelli, afirma que o aumento de desastres como enchentes, secas e ondas de calor, somados à falta de infraestrutura, que afetam especialmente as populações mais vulneráveis reposiciona o tema como uma urgência e não mais uma escolha. “O travamento[das negociações] na reta final nos adverte que este não será um caminho sem percalços. Esses indicadores são fundamentais para monitorar o avanço da implementação de ações de adaptação nos diferentes países”, avalia.

    Transição Justa

    O Programa de Trabalho sobre Transição Justa foi mais um tema priorizado pela delegação brasileira . Para facilitar os trabalhos, os órgãos subsidiários organizaram as negociações em sete eixos temáticos, dos quais três geraram divergências: transição energética, medidas unilaterais e criação de um órgão institucional de apoio à implementação da transição justa.

    De acordo com os representantes do La Clima, as divergências inviabilizaram um documento final devido debates como a exclusão de referências à transição para longe dos combustíveis fósseis, tema já acordado anteriormente na COP28, e a retirada do termo “medidas unilaterais”.

    Financiamento

    Mesmo fora das prioridades para Bonn, as negociações sobre o financiamento climático estiveram presentes em agendas paralelas, o que tornou possível avanços no tema como a apresentação da proposta do Roadmap de Baku a Belém, para viabilizar US$ 1,3 trilhão em fluxos financeiros globais.

    O documento, que servirá para consulta às partes, reúne caminhos possíveis para a viabilidade desses fluxos, como reformas técnicas de instituições financeiras multilaterais, fortalecimento regulatório, expansão de ferramentas de financiamento, melhoria das condições de acesso aos recursos para países em desenvolvimento, além de avanços nos temas de adaptação e perdas e danos.

    Para a diretora executiva da COP30, a continuidade das negociações acerca dos consensos não alcançados na COP29 em Bonn, contribuirão para melhores resultados em Belém. “Não é parte formal da negociação, mas será um tema chave na COP30”, conclui Ana Toni.

     

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