Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    De Tigrinho a bets: jogos on-line foram alvo de 262 processos no DF

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    Nos últimos seis anos, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) recebeu cerca de 262 casos envolvendo jogos de azar ou de aposta. O pico de judicialização de empresas por trás desses jogos ocorreu em 2021, quando 94 ações foram protocoladas na Corte.

    Juridicamente, é considerado jogo de azar aquele em que o ganho e a perda dependem exclusiva ou principalmente da sorte do jogador. Atualmente, esse tipo de jogo é proibido no Brasil, mas há um projeto de lei tramitando no Senado Federal que libera bingos, cassinos e o jogo do bicho.

    A proposta tramita há mais de uma década no Congresso e já foi votada na Câmara. Se for aprovada no Senado, seguirá para sanção presidencial.

    Este ano, o Metrópoles mostrou um caso de um brasiliense que acumulou um total de R$ 169 mil em um jogo de azar on-line, mas foi impossibilitado de receber o dinheiro. A empresa alegou que ele deveria depositar mais uma quantia para subir de categoria e, assim, supostamente ter acesso à quantia.

    Ele chegou a procurar ajuda na Defensoria Público (DPDF) e o processo foi protocolado em março. Até o momento, segue travado, já que não foi possível localizar e intimar a empresa responsável pela plataforma do jogo.

    Em 2024, um técnico judiciário do Tribunal de Justiça do DF, aceitava R$ 50 para usar o acesso aos bancos de dados da Corte para obter informações sigilosas e repassar a advogados de presos. Ele foi alvo da Operação Têmis, deflagrada pela 13ª Delegacia de Polícia (Sobradinho).

    Vale a pena judicializar?

    A defensora pública e chefe da Subsecretaria de Mediação e Cultura de Paz da DPDF (Semed/DPDF), Lídia Nunes, explica que, como as ações judiciais contra empresas de casas de apostas, principalmente as virtuais, são muito recentes, ainda não é possível ter uma noção de como a Justiça costuma lidar com o tema.

    “Como a informação está chegando a mais pessoas agora, estamos começando a judicializar contras as empresas. Então, ainda não temos como ter uma base para bater o martelo sobre a melhor forma de lidar com isso. Mas, temos, sim, muita dificuldade em encontrar as empresas para intimá-las”, relata.

    Lídia explica que a defensoria recebe muitas pessoas se endividam por causa desses jogos e acabam se envolvendo com agiotas. “A questão começa a virar criminal. Porque os agiotas começam a ameaçar, pedir a casa das pessoas em troca da quitação da dívida”.

    Em um dos casos mais marcantes para a defensora, uma mulher chegou a adquirir uma dívida de R$ 600 mil. “Nós precisamos levá-la para um tratamento. Ela chegou a ficar semanas sem o celular, porque essa questão do jogo vicia mesmo. Hoje, ela se recuperou, tem um emprego e uma família”, lembra.

    Em relação ao atendimento à população, Lídia frisa que os serviços da defensoria vão além do judiciário. “Nós, da defensoria pública, damos, também, apoio psicossocial.  Daqui, conseguimos fazer uma primeira avaliação e encaminhar a pessoa para o tratamento ideal na rede pública de saúde”, diz.

    Atendimento

    Qualquer pessoa pode procurar atendimento na Defensoria Pública do DF (DPDF). Para assistências jurídicas, basta entrar em contato pelo telefone (61) 3550-6124, das 8h às 19h, ou comparecer na DPDF, no mesmo horário e informar o que deseja.

    A Subsecretaria de Atividade Psicossocial (SUAP) atende pelo e-mail suap@defensoria.df.gov.br ou pelo telefone (61) 2196-4507.

     

     

     

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