Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Dólar cai para R$ 5,53 após queda da inflação nos EUA

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    Em mais um dia de alívio no mercado financeiro global, o dólar voltou a fechar no menor valor desde o início de outubro. A bolsa de valores subiu pela segunda vez consecutiva e retomou os 137 mil pontos.

    O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (11) vendido a R$ 5,538, com recuo de R$ 0,032 (-0,57%). A cotação chegou a R$ 5,58 nos primeiros minutos de negociação, mas passou a despencar após a abertura dos mercados norte-americanos. Na mínima do dia, por volta das 13, chegou a R$ 5,52.

    Notícias relacionadas:

    No menor valor desde 8 de outubro do ano passado, a moeda norte-americana cai 3,18% apenas em junho. Em 2025, a divisa acumula queda de 10,4%, com o real tendo o melhor desempenho entre as moedas latino-americanas neste ano.

    O mercado de ações teve um dia de recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 137.128 pontos, com alta de 0,51%. O indicador foi impulsionado por ações de bancos privados e da Petrobras, que tiveram forte alta por causa da disparada do preço do petróleo.

    Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) da petroleira subiram 2,93%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) valorizaram-se 3,33%.

    Duas notícias dos Estados Unidos trouxeram alívio ao mercado global nesta quarta. A primeira foi uma postagem do presidente norte-americano, Donald Trump, de que o país concluiu as negociações comerciais com a China.

    O acordo, que ainda precisa ser ratificado por Trump e pelo presidente chinês, Xi Jinping, prevê a retirada das restrições aos minerais raros chineses e o estabelecimento de tarifas de 55% para os produtos chineses importados pelos Estados Unidos, e de 10% para os produtos norte-americanos na China.

    A segunda notícia positiva foi a queda da inflação nos Estados Unidos. O índice de preços ao consumidor ficou em 0,1% em maio, abaixo das expectativas. Isso aumenta as chances de o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) começar a cortar os juros antes do previsto, favorecendo países emergentes, como o Brasil.

    Em relação ao petróleo, as cotações subiram mais de 4% e atingiram o maior valor em dois meses com o agravamento das tensões no Oriente Médio. A possibilidade de os Estados Unidos evacuarem a embaixada no Iraque, o segundo maior produtor global de petróleo, e uma nova ameaça do Irã em atacar bases aéreas norte-americanas no Oriente Médio contribuíram para a valorização do petróleo.

    * com informações da Reuters

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