Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Em livro e disco, Chico Buarque “trouxe luz aos marginalizados”

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    No último dia 19, o compositor e escritor Chico Buarque de Hollanda completou 81 anos. Para marcar a passagem da data, o programa Roda de Samba deste domingo (22) entrevista Márcia Fernandes, jornalista e mestre em literatura brasileira. 

    Na entrevista, que vai ao ar ao meio-dia, na Rádio Nacional, ela destaca que, tanto nos romances quanto nas letras de música, “Chico Buarque trouxe luz aos marginalizados de forma geral.” No romance de estreia, Estorvo (1991), o personagem principal se sente “um incômodo caminhando na multidão”, assim como o operário que “morreu na contramão atrapalhando o trânsito”, em Construção (1971).

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    Para Márcia Fernandes, que também é repórter de A Voz do Brasil e do Canal Gov, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Chico Buarque em prosa e canção tem como “eu lírico” um personagem alheio ou inadequado à realidade imediata, seja por exemplo no samba Até o Fim (1978) ou no livro Budapeste (2003).

    A especialista, que ainda vê coincidências entre os personagens idosos do romance Leite Derramado (2009) e da canção O Velho Francisco (1987), aponta como outro traço comum a denúncia da violência como ocorre na letra de Meu Guri (1981) e nos contos de Anos de Chumbo (2021).

    Em sua dissertação de mestrado, Márcia Fernandes trata da filiação da obra literária de Chico Buarque à pós-modernidade e o coloca em “diálogo com autores de outras partes do mundo”, como o tcheco Franz Kafka (1883-1924), os argentinos Jorge Luis Borges (1889-1986) e Julio Cortázar (1914-1984) e o português José Saramago (1922-2010).

    Chico Buarque tem 60 anos de carreia, cerca de 540 canções, mais de 1,3 mil gravações, 50 discos (próprios ou com parceiros, em estúdio ou ao vivo). Ele escreveu quatro peças de teatro, uma novela, um livro de contos e seis romances.

    O programa Roda de Samba vai ao ar sempre aos domingos, em rede, nas emissoras da Rádio Nacional e posteriormente é distribuído na Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP). O Roda de Samba traz semanalmente entrevista com cantores, compositores, escritores, cineastas e intelectuais sobre o universo e o imaginário do samba. Edições passadas do programa podem ser ouvidas aqui.

    Serviço

    Quando: todo domingo ao meio-dia
    Onde: Na Rádio Nacional da Amazônia (OC 11.780 kHz e 6.180 kHz), de Brasília (AM 980 KHz e FM 96,1 MHz), de Foz do Iguaçu (FM 90,1 MHz), Recife (FM 87,1 MHz), Rio de Janeiro (AM 1.130 KHz e FM 87,1 MHz), São Luís (FM 93,7 MHz), São Paulo (FM 87,1 MHz) e do Alto Solimões (FM 96,1 MHz).

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