Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Empresa usada em esquema de cigarro falso movimentou R$ 70 mi, diz MPF

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A investigação conduzida pelo Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da operação Libertatis, que apura a produção de cigarros falsificados no Rio de Janeiro e o uso de mão de obra escrava, mostra que somente uma das empresas de fachada ligadas ao grupo movimentou cerca de R$ 70 milhões em um curto período 10 meses, em 2020.

A denúncia contra 36 investigados aponta que a movimentação se deu em contas bancárias, e também com um grande volume de transações envolvendo dinheiro em espécie.

Segundo a investigação, o grupo atuava de forma organizada e em núcleos. O uso de empresas de fachada era usado para despistar o envolvimento dos integrantes no esquema. Elas emitiam, por exemplo, notas frias e atuavam no braço responsável por lavagem de dinheiro.

O grupo sob suspeita, para o MPF, tem um perfil armado e transnacional, uma vez que os produtos dos crimes foram destinados, em grande parte, ao exterior.

A investigação é conduzida pela Unidade Nacional de Enfrentamento ao Tráfico Internacional de Pessoas e ao Contrabando de Migrantes (UNTC) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPF.

Ela foi instaurada a partir de denúncia sobre o uso de mão de obra escrava em fábricas de cigarro clandestinas. As investigações mostram que a organização operava em pelo menos três endereços nas cidades de Duque de Caixas, na Baixada Fluminense, e em Paty de Alferes, na região serrana do estado.

Como mostrou a coluna, o MPF denunciou 36 pessoas pelo esquema, e a acusação foi recebida pela Justiça Federal, tornando-os réus.

Um dos denunciados é o bicheiro Adilsinho, que está foragido. Em março, a PF prendeu seu nº2, Luis Verdini, que atuava como assessor do bicheiro e é apontado pela investigação, inclusive, como gerente administrativo da principal empresa de fachada.

Com isso, os suspeitos vão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico de pessoas, redução à condição análoga à de escravo, contrabando, falsificação de documentos, uso de substâncias nocivas à saúde pública, crimes contra as relações de consumo, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva.

MPF Bolsonaro fuzil

Trabalho escravo

Segundo o MPF, o grupo se organizava em núcleos que incluía a divisão entre líderes do esquema, pessoas dedicadas à lavagem de dinheiro, os gerentes de fábricas, fornecedores de bens, os comerciantes e um traficante de pessoas responsável por aliciar paraguaios.

As investigações revelaram ainda a cooptação de agentes públicos, responsáveis por garantir a segurança privada dos envolvidos.

Durante as apurações, os investigadores encontraram, nas três fábricas do grupo, 49 trabalhadores paraguaios vítimas de tráfico de pessoas, em condições degradantes e situação similar à de escravo.

Os trabalhadores paraguaios eram especializados na produção de cigarros, e foram trazidos do país vizinho mediante fraudes, falas promessas de emprego e ameaças, o que caracteriza o crime de tráfico de pessoas. O MPF aponta que eles foram submetidos, por exemplo, a jornadas exaustivas e restrição da liberdade de locomoção.

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